METODOLOGIA MAKER NO ENSINO DE BIOLOGIA E QUÍMICA: PERSPECTIVAS PARA A SALA DE AULA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.26620Palavras-chave:
Cultura Maker. Ensino de Ciências Naturais. Metodologias de Ensino.Resumo
Esse artigo buscou analisar as potencialidades e os desafios da Cultura Maker no ensino de Ciências Naturais, com ênfase nas áreas de Biologia e Química, visando compreender como essa abordagem pode contribuir para a superação de práticas expositivas e fragmentadas. A pesquisa caracterizou-se como bibliográfica, de natureza qualitativa, fundamentada na análise de artigos científicos disponíveis em bases de indexação, priorizando estudos que abordam a aplicação da metodologia Maker e suas implicações pedagógicas. A análise foi realizada por meio de leitura crítica e interpretativa, permitindo identificar convergências teóricas, experiências exitosas e lacunas na literatura. Os resultados indicaram que a metodologia Maker favorece o desenvolvimento de competências como autonomia, criatividade, pensamento crítico e colaboração. No ensino de Biologia, destacaram-se práticas como construção de modelos didáticos, experimentação investigativa e projetos interdisciplinares. Já no ensino de Química, evidenciou-se a experimentação em espaços Maker, a resolução de problemas e a criação de protótipos. Conclui-se que a Cultura Maker possui grande potencial para qualificar o ensino, embora sua efetivação dependa de infraestrutura adequada, formação docente e maior aprofundamento teórico.
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