TRANSIÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE MENTAL E PAPEL DA FAMÍLIA NO PÓS-ALTA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26275Palavras-chave:
Saúde mental. Transição do cuidado. Família. Educação em saúde. Alta hospitalar.Resumo
Objeto: A transição do cuidado pós-alta é crítica e frequentemente é marcada pela falta de orientação aos familiares, o que eleva o risco de descontinuidade terapêutica e de reinternações. Objetivo: Este estudo tem por objetivo identificar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as principais evidências científicas sobre a transição do cuidado em saúde mental após a hospitalização, com foco no papel da família. Metodologia: Revisão integrativa da literatura, seguindo as seis etapas da Prática Baseada em Evidências (PBE), utilizando a estratégia PICO para a pergunta norteadora. Foram inicialmente analisados 56 artigos, dos quais 13 compuseram a amostra final, conforme os critérios de inclusão. Abordagem Teórica: Prática Baseada em Evidências (PBE). Resultados: Apontam para a necessidade de ações educativas que contemplem informações sobre adesão ao tratamento, sinais de recaída, acesso à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), escuta qualificada, enfrentamento do estigma e orientações práticas para o cuidado diário. Conclusões: A cartilha educativa voltada aos familiares, com linguagem acessível, conteúdo técnico-científico e enfoque humanizado, é uma ferramenta essencial para o empoderamento dos cuidadores, visando qualificar a assistência, fortalecer o vínculo terapêutico e reduzir as vulnerabilidades e o risco de reinternações no período pós-alta.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Categorias
Licença
Atribuição CC BY