O USO DO LÚDICO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO ENSINO RELIGIOSO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Autores

  • Milza Mara Gonçalves Terra Faculdade Unida de Vitória

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25662

Palavras-chave:

Ludicidade. Ensino Religioso. Educação Integral.

Resumo

Este artigo investiga o uso do lúdico como estratégia pedagógica no componente curricular de Ensino Religioso nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em consonância com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A pesquisa, de natureza qualitativa e bibliográfica, fundamenta-se em autores clássicos, como Piaget, Vygotsky, Huizinga e Freire, além de produções contemporâneas sobre ludicidade e educação. O estudo evidencia que o brincar, compreendido como linguagem cultural e mediadora do conhecimento, possibilita aprendizagens mais significativas, favorecendo o desenvolvimento integral dos estudantes em dimensões cognitivas, socioemocionais e éticas. Identifica-se que práticas como contação de histórias, dramatizações, jogos cooperativos e oficinas de arte ampliam o engajamento dos alunos e contribuem para a internalização de valores como empatia, cooperação e respeito à diversidade. Contudo, desafios importantes se impõem, como a necessidade de formação docente específica, a escassez de materiais pedagógicos adequados e o risco de superficialização ou de confessionalidade. Conclui-se que o lúdico, quando planejado com intencionalidade e alinhado às habilidades previstas na BNCC, constitui-se em recurso metodológico potente para qualificar o Ensino Religioso, consolidando-o como espaço de reflexão crítica, diálogo intercultural e construção cidadã.

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Biografia do Autor

Milza Mara Gonçalves Terra, Faculdade Unida de Vitória

Mestranda Ciências das Religiões – Faculdade Unida de Vitória – FUV.

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Publicado

2026-04-17

Como Citar

Terra, M. M. G. (2026). O USO DO LÚDICO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO ENSINO RELIGIOSO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25662