COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR PÓS-INFARTO ASSOCIADA A ANEURISMA APICAL E ENDOCARDITE TRICÚSPIDE EM PACIENTE DE ALTÍSSIMO RISCO CIRÚRGICO: RELATO DE CASO

Autores

  • João Pedro Mamedes da Silva Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos
  • Isabella Alves Milfont Parente Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos
  • Leonardo Luiz Mamedes da Silva Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos
  • Erica Parreão Cunha Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos
  • Rodrigo Araujo Belem Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos
  • Vinicius Stéfano Barros da Rocha UNESP

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24567

Palavras-chave:

Infarto do Miocárdio. Ruptura do Septo Ventricular. Aneurisma Cardíaco. Endocardite Infecciosa. Insuficiência Cardíaca.

Resumo

Esse artigo buscou relatar um caso clínico raro de coexistência de comunicação interventricular (CIV) pós-infarto, aneurisma ventricular esquerdo e endocardite infecciosa tricúspide, discutindo os desafios do manejo terapêutico em cenário de risco cirúrgico proibitivo. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de caso, elaborado conforme as diretrizes do CARE Checklist. Os dados foram obtidos mediante análise de prontuário, exames de imagem e revisão de literatura nas bases PubMed e LILACS. Respeitaram-se os preceitos éticos e a anonimização dos dados, conforme a Resolução 466/12. Analisou-se o caso de uma paciente, 51 anos, com infarto prévio, admitida por insuficiência cardíaca descompensada e choque misto após complicação de procedimento pleural (hemotórax). A investigação ecocardiográfica revelou a tríade: aneurisma apical do ventrículo esquerdo, CIV muscular apical e vegetação em valva tricúspide associada a fungemia e bacteremia. Diante da instabilidade hemodinâmica, infecciosa e do EuroSCORE proibitivo, optou-se por estratégia conservadora temporizada com antibioticoterapia e suporte intensivo. A associação de complicações mecânicas isquêmicas e endocardite infecciosa impõe um dilema terapêutico complexo. O manejo conservador, embora reservado a casos selecionados, pode ser a única opção viável diante de risco cirúrgico inaceitável, exigindo vigilância multidisciplinar rigorosa.

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Biografia do Autor

João Pedro Mamedes da Silva, Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos

Medico - residente de cardiologia IHBDF - SES DF / instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos, Araguaina-TO.

Isabella Alves Milfont Parente, Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos

Medico- residente de otorrinolaringologia HUB/ Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos , Araguaina-TO.

Leonardo Luiz Mamedes da Silva, Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos

Medico. Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos, Araguaina-TO.

Erica Parreão Cunha, Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos

Medico Residente de oftalmologia / Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos , Araguaina-TO.

Rodrigo Araujo Belem, Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos

Medico Residente de cardiologia IHBDF - SES-DF/ Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos Porto Nacional-TO.

Vinicius Stéfano Barros da Rocha, UNESP

Médico Cardiologista pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP) Universidade de Gurupi – UNIRG.

 

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Publicado

2026-02-26

Como Citar

Silva, J. P. M. da, Parente, I. A. M., Silva, L. L. M. da, Cunha, E. P., Belem, R. A., & Rocha, V. S. B. da. (2026). COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR PÓS-INFARTO ASSOCIADA A ANEURISMA APICAL E ENDOCARDITE TRICÚSPIDE EM PACIENTE DE ALTÍSSIMO RISCO CIRÚRGICO: RELATO DE CASO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–11. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24567