DIAGNÓSTICO TARDIO DA SÍNDROME DE SEGAWA NA INFÂNCIA: UMA REVISÃO NARRATIVA

Autores

  • Priscila Silva Rosalino da Conceição Universidade de Vassouras
  • Maria Alice Caid Gomes Universidade de Vassouras
  • Maria Laura Reis Barros Universidade de Vassouras
  • Melinda Soares Mendes Pinto Universidade de Vassouras
  • Maria Aparecida de Almeida Souza Rodrigues Universidade de Vassouras
  • Christianne Terra de Oliveira Azevedo Universidade de Vassouras

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24294

Palavras-chave:

Distonia Dopa-Responsiva. Diagnóstico Tardio. Erros Diagnósticos.

Resumo

Esse artigo buscou analisar criticamente a literatura científica acerca do diagnóstico tardio da Síndrome de Segawa na infância, uma condição neurológica rara e potencialmente tratável que permanece sub-reconhecida na prática clínica pediátrica. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas nas bases de dados PubMed/MEDLINE e SciELO, no período de janeiro de 1990 a dezembro de 2025, utilizando descritores em língua inglesa, empregados entre aspas e combinados por operadores booleanos. Foram incluídos estudos que abordaram aspectos clínicos, variabilidade fenotípica, diagnósticos diferenciais, erro diagnóstico e implicações do reconhecimento tardio da distonia dopa-responsiva na população pediátrica, totalizando 16 estudos selecionados para análise qualitativa. Os resultados evidenciaram que o diagnóstico tardio decorre, principalmente, da variabilidade fenotípica da síndrome e da frequente confusão com condições mais prevalentes, como paralisia cerebral, distonia funcional e atraso do desenvolvimento motor. A literatura analisada descreve impactos clínicos e psicossociais relevantes associados ao atraso diagnóstico, apesar da resposta clínica expressiva ao tratamento com levodopa. Conclui-se que o reconhecimento precoce da Síndrome de Segawa e a utilização sistemática do teste terapêutico com levodopa podem modificar de forma significativa o prognóstico funcional dessas crianças, ressaltando a necessidade de maior conscientização clínica e do desenvolvimento de estratégias de rastreio e reavaliação diagnóstica na prática pediátrica.

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Biografia do Autor

Priscila Silva Rosalino da Conceição, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras. 

Maria Alice Caid Gomes, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras. 

Maria Laura Reis Barros, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras.  

Melinda Soares Mendes Pinto, Universidade de Vassouras

Orientadora. Docente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras.

Maria Aparecida de Almeida Souza Rodrigues, Universidade de Vassouras

Coorientadora. Docente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras. 

Christianne Terra de Oliveira Azevedo, Universidade de Vassouras

Coorientadora. Docente do curso de Medicina na Universidade de Vassouras. 

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Publicado

2026-02-23

Como Citar

Conceição, P. S. R. da, Gomes, M. A. C., Barros, M. L. R., Pinto, M. S. M., Rodrigues, M. A. de A. S., & Azevedo, C. T. de O. (2026). DIAGNÓSTICO TARDIO DA SÍNDROME DE SEGAWA NA INFÂNCIA: UMA REVISÃO NARRATIVA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24294