CONHECIMENTO E USO DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: ESTUDO COM PROFISSIONAIS DE SAÚDE DE MUNICÍPIOS DO INTERIOR DO CEARÁ
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24113Palavras-chave:
Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs). Atenção Primária à Saúde (APS). Profissionais de saúde. Sistema Único de Saúde (SUS). Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).Resumo
O estudo analisou a relação entre o conhecimento e o uso das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) por profissionais da Atenção Primária à Saúde nos municípios de Redenção e Acarape (CE), por meio de um delineamento observacional, transversal e quantitativo, realizado com 118 profissionais das Unidades Básicas de Saúde entre setembro e novembro de 2023. Identificou-se um perfil predominantemente feminino (83,1%), com maior participação de Agentes Comunitários de Saúde (37,3%). Observou-se baixa familiaridade com as PICs e ausência de formação específica, sendo que 51,7% dos participantes declararam não possuir conhecimento sobre essas práticas. A oferta de PICs nas UBS mostrou-se limitada (9,3%), atribuída principalmente à falta de profissionais capacitados (89,8%). Evidenciou-se que a insuficiência de formação e o desconhecimento da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) constituem entraves à integração das PICs na rotina dos serviços, embora maior exposição a essas práticas esteja associada ao aumento do interesse e da utilização. Nesse contexto, destaca-se a Educação Permanente em Saúde, em consonância com a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), como estratégia fundamental para a qualificação dos profissionais, o fortalecimento de práticas colaborativas e a ampliação da incorporação das PICs no Sistema Único de Saúde.
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