EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL À RADIAÇÃO SOLAR E ESTRATÉGIAS MÉDICAS PARA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PELE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.23040Palavras-chave:
Exposição ocupacional. Radiação ultravioleta. Câncer de pele. Trabalhadores ao ar livre. Prevenção. Papel do médico.Resumo
A exposição ocupacional à radiação ultravioleta (UV) constitui um importante fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele entre trabalhadores que atuam ao ar livre, especialmente em países de alta incidência solar como o Brasil. A literatura demonstra associação significativa entre exposição prolongada e aumento de casos de carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma. Objetivou-se analisar o papel do médico na prevenção do câncer de pele em trabalhadores expostos ao sol, identificando estratégias de orientação, detecção precoce e promoção da saúde. Trata-se de estudo qualitativo, elaborado por meio de revisão bibliográfica e documental em bases científicas nacionais e internacionais, considerando publicações entre 2018 e 2025. A análise temática permitiu organizar os achados em categorias referentes a mecanismos de dano celular, tipos de câncer, fatores de risco e ações preventivas. Os resultados evidenciam que trabalhadores externos apresentam risco expressivamente maior de neoplasias cutâneas e que a subnotificação compromete o reconhecimento do agravo como doença ocupacional. A discussão aponta que o médico desempenha papel central na educação em saúde, vigilância clínica, diagnóstico precoce e notificação adequada. Conclui-se que ações médicas integradas e contínuas, associadas a políticas institucionais e uso adequado de medidas protetivas, são essenciais para reduzir a incidência de câncer de pele e promover melhores condições de trabalho.
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