ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA MORTALIDADE POR ESQUISTOSSOMOSE EM DIFERENTES NÍVEIS DE ESCOLARIDADE NO BRASIL DE 2013 A 2023

Autores

  • Gustavo Ângelo Medeiros Centro Universitário Assis Gurgacz https://orcid.org/0009-0007-9818-3026
  • Yasmin Viana Clepf Coutinho de Souza Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Heloara Karoline Fernandes Dias Pretzel Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Julia Dias Ribeiro Neta Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Matheus Henrique dos Santos Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Ester Cristina da Silva Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Cristiane Yoshie Nishimura Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Karlla Beatriz Aguiar Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Letícia Leonel Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Julia Gabriella Bremm Mombach Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Leonardo Costa Grespan Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Diego Henrique Neves Martins Centro Universitário Assis Gurgacz
  • Mariana Sala Kociolek Universidad Politecnica y artística del Paraguay

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17551

Palavras-chave:

Esquistossomose. Mortalidade. Escolaridade.

Resumo

A análise epidemiológica da mortalidade por esquistossomose no Brasil entre 2013 e 2023 revelou um forte impacto da desigualdade educacional nos desfechos da doença. Embora avanços significativos tenham sido feitos em termos de tratamento, com 60,527% dos casos resultando em cura, a prevalência e mortalidade permanecem altas em populações com menor escolaridade. Indivíduos analfabetos apresentaram maior taxa de óbitos (8,59%), em contraste com os níveis educacionais mais elevados, como ensino médio (0,475%) e superior completo (0,446%). Essa disparidade reflete o papel da educação no acesso à informação, adesão ao tratamento e adoção de medidas preventivas. A prevalência da esquistossomose foi mais acentuada em regiões de menor desenvolvimento socioeconômico, como o Nordeste, que concentra a maioria dos casos no país. Além disso, os custos associados à doença são elevados, abrangendo diagnósticos, tratamentos, transporte e perda de produtividade, impactando significativamente a saúde pública. O estudo destaca a importância de políticas públicas voltadas à educação, saneamento básico e inclusão de programas de saúde escolar. A integração dessas medidas pode reduzir tanto a prevalência quanto a mortalidade da esquistossomose, promovendo maior equidade no tratamento e conscientização sobre a doença, especialmente entre populações vulneráveis.

 

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Biografia do Autor

Gustavo Ângelo Medeiros, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Yasmin Viana Clepf Coutinho de Souza, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Heloara Karoline Fernandes Dias Pretzel, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Julia Dias Ribeiro Neta, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Matheus Henrique dos Santos, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Ester Cristina da Silva, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Cristiane Yoshie Nishimura, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz. 

Karlla Beatriz Aguiar, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz. 

Letícia Leonel, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz. 

Julia Gabriella Bremm Mombach, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Leonardo Costa Grespan, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.

Diego Henrique Neves Martins, Centro Universitário Assis Gurgacz

Discente, Centro Universitário Assis Gurgacz.  

Mariana Sala Kociolek, Universidad Politecnica y artística del Paraguay

Médica - Universidad Politecnica y artística del Paraguay. 

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Publicado

2024-12-16

Como Citar

Medeiros, G. Ângelo, Souza, Y. V. C. C. de, Pretzel, H. K. F. D., Ribeiro Neta, J. D., Santos, M. H. dos, Silva, E. C. da, … Kociolek, M. S. (2024). ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA MORTALIDADE POR ESQUISTOSSOMOSE EM DIFERENTES NÍVEIS DE ESCOLARIDADE NO BRASIL DE 2013 A 2023. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 10(12), 2721–2728. https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17551