A SAÚDE MENTAL NA POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ: O IMPACTO DO ESTRESSE E DA VIOLÊNCIA NA REALIDADE POLICIAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17463Palavras-chave:
Estado do Paraná. Estresse. Policia Militar. Saúde mental. ViolênciaResumo
O objetivo deste artigo foi o de analisar as consequências do estresse e da violência na saúde mental do policial militar no Estado do Paraná. A metodologia utilizada para a elaboração deste artigo foi a da revisão descritiva de literatura de caráter exploratório, a partir de consultas de materiais diversos já publicados. Pode-se compreender que as principais motivações inerentes à saúde mental dos policiais, especificamente aos militares, se relacionam diretamente com a desumanização do trabalho destes profissionais, conduta esta decorrente da própria sociedade e do Estado que tende a ter uma percepção negativa de seu trabalho, concebendo-o como mão opressora do Estado; e pelo não reconhecimento das necessidades do policial, respectivamente, preterindo-os não somente de estrutura material, mais principalmente de desenvolver programas de atenção que o perceba como um ser humano, que não o tenha como um problema diante de seus problemas e adversidades de saúde. A consequência desta realidade são a etiologia dos transtornos mentais, como depressão, ansiedade e, em casos mais severos, o suicídio. Chama a atenção para a necessidade de desenvolvimento de políticas destinadas a prevenir e tratar policiais em risco, é necessário que o Estado enxergue tal condição e passe a atuar com uma ação mais humanizada e que externamente atue no sentido de valorizar este profissional junto à sociedade, dando-lhes respaldo quando atacado, aviltado e criminalizado ante circunstância dentro dos ditâmes legais.
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