IMPACTOS DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NA SAÚDE MENTAL DA MULHER BRASILEIRA

Autores

  • Lohanna Christie Sousa de Matos Faculdade Jk
  • Érica Melo Martins Faculdade JK
  • Diana Góis dos Santos UnB

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i6.14399

Palavras-chave:

Violência Obstétrica. Saúde Mental. Saúde da Mulher.

Resumo

O tema escolhido é de grande importância, pois aborda a violência obstétrica à mulher não somente durante o parto, mas também em uma grande maioria, nos meses que antecedem a hora de dar à luz, ou seja, no pré-natal, no parto, pós-parto, cesárea e até mesmo na hora fatídica e desgastante do abortamento involuntário. Veremos algumas ações consideradas como violência obstétrica, tais como: pouco caso, palavrões, se desfazer da parturiente com comentários desnecessários e constrangedores, privar da anestesia em momentos de extrema dor. Um dos métodos desta violência utilizado é fazer pressão sobre a barriga da mulher, a fim de forçar o bebê a nascer mais rápido também chamada de manobra de Kristeller. A saúde mental da mulher é abalada e o seu sofrimento psíquico tende a atrapalhar em sua jornada do dia a dia, em casa, no trabalho e, às vezes, ao adentrar um hospital até para um simples procedimento anual de Papanicolau que é o exame preventivo de colo de útero. O medo de reviver tudo aquilo vem à tona novamente. Em algumas pesquisas que fizemos, vamos dar exemplos e fazer citações para deixar claro como a violência obstétrica afeta não só a saúde mental materna, mas também como pessoa, a saúde da mulher, que fica com traumas, crises de pânico e, em muitas delas, o medo de ser mãe novamente, ficando assim uma sequela interior difícil de ser tratada ou até mesmo cicatrizada. Como resultado deste trabalho, espera-se que possamos contribuir, acima de tudo, com o incentivo por parte da equipe hospitalar, em especial na ala obstétrica, a agir com mais respeito pela mulher que se encontra em estado tão frágil na hora de dar à luz seu bebê sem ser necessário ferir de nenhuma maneira, seja com a instrumentalização ou com o tratamento direto de pessoa para pessoa.

Biografia do Autor

Lohanna Christie Sousa de Matos, Faculdade Jk

Faculdade Jk. 

Érica Melo Martins, Faculdade JK

Faculdade JK. 

Diana Góis dos Santos, UnB

Mestranda em engenharia biométrica. UnB.

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Publicado

2024-06-04

Como Citar

Matos, L. C. S. de, Martins, Érica M., & Santos, D. G. dos. (2024). IMPACTOS DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NA SAÚDE MENTAL DA MULHER BRASILEIRA . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 10(6), 444–456. https://doi.org/10.51891/rease.v10i6.14399

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