CURSOS DE EXTENSÃO EaD NA FORMAÇÃO PRESENCIAL DE PROFESSORES DE QUÍMICA: UMA EXPERIÊNCIA EM INCLUSÃO E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30352Palavras-chave:
Extensão EaD. Inclusão. Educação em Direitos Humanos. Licenciatura. Instituto Federal.Resumo
Este relato discorre sobre a experiência formativa realizada nas unidades curriculares obrigatórias: “Educação em Direitos Humanos”, “Inclusão na Educação”, do Curso de Licenciatura em Química do IFRJ, campus Duque de Caxias, e contou com a participação de 56 e 81 alunos inscritos, respectivamente. O objetivo foi estimular os futuros professores à leitura nas áreas de inclusão educacional e direitos humanos, com o apoio dos conteúdos proporcionados por plataformas digitais (EV. G, AVAMEC, Aprenda Mais e IFRS). Propôs-se a realização de curso em formato EaD, de 20 a 40 horas, oferecido de modo gratuito por instituições públicas. O planejamento propõe que cada estudante finalize seu curso, apresente seu certificado e participe de uma atividade avaliativa (autoavaliação) presencial referente a ele, em diálogo com os objetivos da unidade curricular. A realização destes cursos não foi obrigatória, pois o estudante pôde optar por outro instrumento avaliativo. A avaliação processual e formativa configurou-se na apresentação de um seminário (trabalho coletivo) e na realização desta atividade extensionista. A experiência docente na licenciatura alinha-se às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial dos Professores (Brasil, 2024) no que tange: ao uso de Tecnologias de Informação e Comunicação; à educação na perspectiva inclusiva; à ética profissional; e compreensão sobre seu papel no contexto de desigualdades educacionais, sociais e econômicas.
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