QUEM COMEU A CARNE, QUE ROA OS OSSOS: POTENCIAL DO ESTUDO DA DISSONÂNCIA COGNITIVA NO BRASIL

Autores

  • Michel Angelo Pinto de Oliveira UFES
  • Rosana Suemi Tokumaru UFES

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30161

Palavras-chave:

Dissonância cognitiva. Carne. Consumo. Sustentabilidade.

Resumo

Este artigo parte de uma contradição observável no cotidiano: as pessoas declaram valorizar e se importar com os animais, ao mesmo tempo em que mantém o consumo de carne. Para explicar esse possível conflito entre valores, crenças e comportamento, se recorre a teoria da dissonância cognitiva. Especificamente, tratamos da dissonância cognitiva relacionada à carne, que busca compreender como as pessoas navegam os possíveis cenários de desconforto frente às informações sobre os aspectos negativos do consumo de carne. O presente artigo, um ensaio crítico e reflexivo, mapeia a literatura pertinente ao tema e evidencia os dados e estatísticas dos impactos negativos do consumo de carne. Como argumento, são expostos dados que apontam o Brasil como um dos maiores produtores e consumidores de carne, demonstrando o potencial e possíveis benefícios de se estudar o fenômeno no cenário brasileiro.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Michel Angelo Pinto de Oliveira, UFES

Mestrando em Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES.

Rosana Suemi Tokumaru, UFES

Pós-doutorado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), professora do curso de Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória, ES.

Downloads

Publicado

2026-09-04

Como Citar

Oliveira, M. A. P. de, & Tokumaru, R. S. (2026). QUEM COMEU A CARNE, QUE ROA OS OSSOS: POTENCIAL DO ESTUDO DA DISSONÂNCIA COGNITIVA NO BRASIL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(9), 1–16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30161