ASSOCIAÇÃO ENTRE FLEXIBILIDADE E AUTONOMIA FUNCIONAL EM PESSOAS IDOSAS PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30141Palavras-chave:
Envelhecimento. Pessoa idosa. Capacidade funcional. Flexibilidade. Exercício Físico.Resumo
O envelhecimento populacional representa um dos principais desafios da saúde pública contemporânea, especialmente em países em desenvolvimento. A autonomia funcional destaca-se como importante indicador de saúde em pessoas idosas, sendo influenciada por diferentes componentes da aptidão física. Nesse contexto, a flexibilidade pode contribuir para a manutenção da mobilidade e independência funcional. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre flexibilidade e autonomia funcional em pessoas idosas praticantes de exercício físico. Trata-se de um estudo descritivo, com delineamento transversal e amostra não probabilística intencional, composta por 70 idosos (60–80 anos), de ambos os sexos, residentes em Urupês-SP. A flexibilidade foi avaliada pelo teste de sentar e alcançar (Banco de Wells), e a autonomia funcional pelo protocolo GDLAM. A análise estatística foi realizada no SPSS 29.0, adotando-se p < 0,05. Os resultados indicaram bons níveis de autonomia funcional (IG = 26,01 ± 5,71) e flexibilidade (25,0 ± 6,9 cm). Não foram observadas correlações significativas entre flexibilidade e autonomia funcional (p > 0,05). Conclui-se que a flexibilidade, de forma isolada, não constitui fator determinante da autonomia funcional em idosos fisicamente ativos.
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