PERCEPÇÃO DA CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO HOSPITAL PEDIÁTRICO NIÑOS DE ACOSTA ÑU

Autores

  • Teresa Monserrat Rojas dos Santos Universidad Católica de Asunción
  • Ingrid María Cristaldo Acosta Universidad Católica de Asunción
  • Adolfo Gustavo Aquino Saldivar Universidad Católica de Asunción
  • Lígia Maria Oliveira de Souza Universidad Politécnica y Artística

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29310

Palavras-chave:

Segurança do paciente. Cultura de segurança. Profissionais de saúde. Qualidade da assistência. Hospital pediátrico.

Resumo

INTRODUÇÃO: A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a segurança do paciente como a ausência de danos evitáveis durante a assistência à saúde e a redução, a um mínimo aceitável, dos riscos de danos desnecessários relacionados ao cuidado. No Paraguai, existem protocolos de boas práticas publicados pelo Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social com o objetivo de padronizar os processos assistenciais, reduzir erros e melhorar a qualidade e a segurança do paciente. OBJETIVO: Descrever a percepção dos profissionais de saúde do Hospital Geral Pediátrico Niños de Acosta Ñu sobre a cultura de segurança do paciente. METODOLOGIA: Estudo descritivo, transversal, baseado nas respostas de um questionário anônimo aplicado aos profissionais de saúde do Hospital Geral Pediátrico Niños de Acosta Ñu. Utilizou-se o instrumento Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC), desenvolvido pela Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) e adaptado para o espanhol. As variáveis contemplaram aspectos relacionados ao hospital, à comunicação, ao supervisor ou chefe, à profissão e ao grau de segurança do paciente. A coleta de dados foi realizada por meio do Google Forms, sendo os dados exportados para o Microsoft Excel e analisados no programa SPSS versão 21 utilizando estatística descritiva e inferencial. RESULTADOS: Entre as 12 dimensões avaliadas pelo HSOPSC, não foram identificados pontos fortes na cultura de segurança do paciente do Hospital Geral Pediátrico. As principais dimensões que necessitam de melhorias foram: frequência de eventos notificados (50%), aprendizagem organizacional/melhoria contínua (59%), trabalho em equipe na unidade ou serviço (61%), feedback e comunicação sobre erros (53%) e apoio da gestão hospitalar à segurança do paciente (50%). CONCLUSÃO: Não foram identificadas dimensões consideradas fortalezas na cultura de segurança do paciente. Os resultados evidenciam a necessidade de implementar estratégias voltadas ao fortalecimento da cultura de segurança entre os profissionais de saúde do Hospital Geral Pediátrico Niños de Acosta Ñu.

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Biografia do Autor

Teresa Monserrat Rojas dos Santos , Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica por la Universidad Católica de Asunción.

Ingrid María Cristaldo Acosta , Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica por la Universidad Católica de Asunción.

Adolfo Gustavo Aquino Saldivar , Universidad Católica de Asunción

Especialista en Pediatría Clínica por la Universidad Católica de Asunción.

Lígia Maria Oliveira de Souza, Universidad Politécnica y Artística

Médica graduada por la Universidad Politécnica y Artística.

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Publicado

2026-08-05

Como Citar

Santos , T. M. R. dos, Acosta , I. M. C., Saldivar , A. G. A., & Oliveira de Souza, L. M. (2026). PERCEPÇÃO DA CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO HOSPITAL PEDIÁTRICO NIÑOS DE ACOSTA ÑU . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–20. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29310