DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM E OS CRITÉRIOS DE IDONEIDADE DIDÁTICA NO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INCLUSIVO: CONTRIBUIÇÕES PARA A RESSIGNIFICAÇÃO DA RELAÇÃO AFETIVA COM A MATEMÁTICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29172Palavras-chave:
Desenho Universal para a Aprendizagem. Critérios de Idoneidade Didática. Educação Matemática. Afetividade. Educação Inclusiva.Resumo
A relação afetiva dos estudantes com a Matemática influencia sua participação, seu engajamento e sua aprendizagem, constituindo um aspecto relevante para o planejamento de práticas pedagógicas inclusivas. Nesse contexto, este artigo tem por objetivo analisar de que maneira uma intervenção pedagógica planejada a partir da articulação entre o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e os Critérios de Idoneidade Didática (CID) contribui para ressignificar a relação afetiva de estudantes da Educação Básica com a Matemática. A pesquisa, de abordagem qualitativa, formativa e interventiva, foi desenvolvida em uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública municipal. A intervenção consistiu em uma sequência didática fundamentada na articulação entre o DUA e os CID, sendo os dados produzidos por meio de cartas dos estudantes, diário de bordo da professora-pesquisadora e produções desenvolvidas durante as atividades. Os resultados evidenciam que a articulação entre esses referenciais favoreceu práticas pedagógicas mais inclusivas, ampliando as oportunidades de participação, fortalecendo o engajamento e promovendo mudanças na relação dos estudantes com a Matemática. Conclui-se que essa articulação constitui uma perspectiva promissora para o planejamento de práticas pedagógicas inclusivas e o desenvolvimento de atitudes mais positivas dos estudantes em relação à Matemática.
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