APRENDER NO SÉCULO XXI: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, CRIATIVIDADE E ECOLOGIAS EDUCACIONAIS EMERGENTES

Autores

  • Isidro José Bezerra Maciel Fortaleza do Nascimento USP
  • André Costa da Silva UNIP
  • Wiviane Fonseca da Silva Almeida UFRPE
  • Janaína Santana da Costa UFMT
  • Vanessa Lima Moreira de Cerqueira UFAL

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28861

Palavras-chave:

Paulo Freire. onsciência crítica. Emancipação. Educação.

Resumo

A expansão da Inteligência Artificial (IA) no contexto educacional tem promovido novas possibilidades para os processos de ensino e aprendizagem, impulsionando transformações relacionadas à personalização, colaboração e construção do conhecimento em ambientes digitais. Nesse contexto, este artigo tem como objetivo analisar as contribuições da Inteligência Artificial para a constituição de ecossistemas inteligentes de aprendizagem, compreendendo sua utilização como elemento de inovação pedagógica e ampliação das práticas educativas contemporâneas. A pesquisa caracteriza-se como uma revisão bibliográfica, de abordagem qualitativa, fundamentada nas discussões sobre aprendizagem em rede (Siemens, 2005; Downes, 2012), tecnologias como ferramentas cognitivas (Jonassen, 2000), aprendizagem criativa e construcionismo (Papert, 1980; Resnick, 2017), bem como nos estudos sobre Inteligência Artificial aplicada à educação (Luckin et al., 2016; Holmes; Bialik; Fadel, 2019). A discussão evidencia que os avanços tecnológicos modificam a organização dos espaços formativos ao favorecerem experiências mais interativas, adaptáveis e centradas no estudante. Observa-se que a inserção da IA ultrapassa a dimensão instrumental das ferramentas digitais, possibilitando novas formas de interação entre sujeitos, informações e sistemas inteligentes. Os resultados apontam que a inovação educacional não ocorre apenas pela incorporação de tecnologias, mas pela reorganização das práticas pedagógicas e pela construção de experiências significativas de aprendizagem, nas quais a criatividade, a autonomia e o pensamento crítico assumem papel central. Conclui-se que a Inteligência Artificial apresenta potencial para fortalecer ecossistemas educativos inovadores quando orientada por práticas pedagógicas capazes de reconhecer a tecnologia como parceira cognitiva e ampliar as possibilidades humanas de criação e produção do conhecimento.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Isidro José Bezerra Maciel Fortaleza do Nascimento, USP

Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP).

André Costa da Silva, UNIP

Doutorando em Psicologia – UNIP. Graduado em Pedagogia (UniDom Bosco). Professor na UNIP.

Wiviane Fonseca da Silva Almeida, UFRPE

Doutorado em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial, UFRPE. Faculdade do Sertão do Pajeú (FASP).

Janaína Santana da Costa, UFMT

Pós-Doutora em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. Doutora e Mestre em Educação pela mesma universidade. Docente da Universidade Federal de Mato Grosso, lotada no Departamento de Teoria e Fundamentos da Educação - DTFE/IE. 

Vanessa Lima Moreira de Cerqueira, UFAL

Especialista em Metodologia de Ensino- Universidade Federal De Alagoas- UFAL. Mestranda em Educação pela American Global Tech University- AGTU-Florida, EUA.  

Downloads

Publicado

2026-07-21

Como Citar

Nascimento, I. J. B. M. F. do, Silva, A. C. da, Almeida, W. F. da S., Costa, J. S. da, & Cerqueira, V. L. M. de. (2026). APRENDER NO SÉCULO XXI: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, CRIATIVIDADE E ECOLOGIAS EDUCACIONAIS EMERGENTES. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(7), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28861