MANEJO DA HIPERCALEMIA GRAVE: ESTRATÉGIAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS PARA PREVENÇÃO DE ARRITMIAS E REDUÇÃO DA MORTALIDADE

Autores

  • Eberson da Silva Rodrigues do Nascimento UFG
  • João Pedro Almeida Antunes dos Santos Universidade São Caetano do Sul
  • Pedro Yuri da Silveira UFN
  • Bruna Turra Aimi Universidade de Passo Fundo
  • Yuri José Morgan UNISUL
  • Gardênia Santos Pereira UNIME
  • Victoria Alexandra Rohl Presidente Vargas
  • Jessica Regina Giacomelli Universidade Federal de Pelotas
  • Flávia Dias da Silva Universidade Federal do Pará
  • Gustavo Salvadego Moia UNIVAG
  • Samuel Prado Ribeiro UNIFESP
  • Gustavo dos Santos Pereira UNOESTE
  • Luigi Mestrinelli Santiago UNIDERP

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28699

Palavras-chave:

Hipercalemia grave. Arritmias cardíacas. Potássio. Emergência. Mortalidade.

Resumo

A hipercalemia grave constitui uma emergência clínica associada ao risco de instabilidade elétrica miocárdica, arritmias potencialmente fatais, parada cardíaca e mortalidade, especialmente em pacientes com doença renal, insuficiência cardíaca, diabetes mellitus e uso de medicamentos que interferem na excreção renal de potássio. Este artigo tem como objetivo analisar, com base em evidências científicas recentes, as principais estratégias utilizadas no manejo da hipercalemia grave, com ênfase na prevenção de arritmias, na remoção sustentada do potássio e nas implicações clínicas relacionadas à mortalidade. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, de abordagem qualitativa, realizada a partir de estudos publicados entre 2016 e 2026, disponíveis em bases como PubMed/MEDLINE, Cochrane Database of Systematic Reviews, SciELO e ScienceDirect, além de diretrizes clínicas e consensos de instituições científicas. Os achados demonstram que o manejo da hipercalemia grave deve ser simultâneo e integrado, envolvendo estabilização miocárdica com cálcio intravenoso, redistribuição intracelular do potássio com insulina associada à glicose e beta-agonistas, além da remoção efetiva do potássio por diurese, ligantes gastrointestinais ou terapia renal substitutiva. Observou-se que, embora essas estratégias possam contribuir para melhores desfechos clínicos, ainda há limitação na comprovação direta de redução da mortalidade, devido à predominância de estudos observacionais, revisões narrativas e consensos. Conclui-se que o manejo da hipercalemia grave deve priorizar o reconhecimento precoce, a prevenção de arritmias, a remoção sustentada do potássio, a segurança terapêutica e a prevenção de recorrência em contextos de urgência, emergência e terapia intensiva.

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Biografia do Autor

Eberson da Silva Rodrigues do Nascimento, UFG

Médico; Neurologista; Psiquiatra; Psicoterapeuta; Mestre; Doutor; Professor. Universidade Federal de Goiás (UFG).

João Pedro Almeida Antunes dos Santos, Universidade São Caetano do Sul

Medicina.  Universidade São Caetano do Sul – SP.

Pedro Yuri da Silveira, UFN

Medicina. Universidade Franciscana (UFN).

Bruna Turra Aimi, Universidade de Passo Fundo

Médica.  Universidade de Passo Fundo

Yuri José Morgan, UNISUL

Médico. UNISUL.

Gardênia Santos Pereira, UNIME

Medicina. Centro Universitário UNIME – Lauro de Freitas.

Victoria Alexandra Rohl, Presidente Vargas

Médica. Estácio de Sá – Presidente Vargas.

Jessica Regina Giacomelli, Universidade Federal de Pelotas

Médica. Universidade Federal de Pelotas.

Flávia Dias da Silva, Universidade Federal do Pará

Médica. Universidade Federal do Pará.

Gustavo Salvadego Moia, UNIVAG

Acadêmico de Medicina. Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG).

Samuel Prado Ribeiro, UNIFESP

Médico. Escola Paulista de Medicina – UNIFESP.

Gustavo dos Santos Pereira, UNOESTE

Medicina. UNOESTE – Presidente Prudente.

Luigi Mestrinelli Santiago, UNIDERP

Médico. Anhanguera Uniderp.

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Publicado

2026-07-10

Como Citar

Nascimento, E. da S. R. do, Santos, J. P. A. A. dos, Silveira, P. Y. da, Aimi, B. T., Morgan, Y. J., Pereira, G. S., … Santiago, L. M. (2026). MANEJO DA HIPERCALEMIA GRAVE: ESTRATÉGIAS BASEADAS EM EVIDÊNCIAS PARA PREVENÇÃO DE ARRITMIAS E REDUÇÃO DA MORTALIDADE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(7), 1–10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28699