DESAFIOS DO ENFERMEIRO NA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DO POTENCIAL DOADOR DE ÓRGÃOS EM MORTE ENCEFÁLICA

Autores

  • Beatriz Ferreira Mombrini da Silva Universidade Iguaçu
  • Daniele Cabral Moreira Universidade Iguaçu
  • Lidiane Cortes de Gouvea Lopes Universidade Iguaçu
  • Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa Universidade Federal Fluminense
  • Wanderson Alves Ribeiro UFF
  • Fernando Salgado do Amaral UniFoa

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28217

Palavras-chave:

Doação de órgãos. Enfermagem. Manutenção hemodinâmica. Transplante.

Resumo

Introdução: A morte encefálica é definida como a cessação irreversível das funções cerebrais, sendo reconhecida legalmente como morte no Brasil e constituindo um marco fundamental para o processo de doação de órgãos e tecidos. Nesse contexto, a manutenção hemodinâmica do potencial doador representa um dos principais desafios enfrentados pela equipe de enfermagem, uma vez que alterações fisiológicas decorrentes da morte encefálica podem comprometer a viabilidade dos órgãos para transplantes. Objetivo: Analisar os desafios do enfermeiro na manutenção hemodinâmica do potencial doador de órgãos em morte encefálica, bem como sua atuação no suporte familiar e no processo de doação. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo e abordagem qualitativa, realizada por meio da análise de produções científicas publicadas entre 2011 e 2025. Análise e discussão dos resultados: Os resultados evidenciam que a instabilidade hemodinâmica, associada a complicações como hipotensão, distúrbios metabólicos e diabetes insipidus, exige monitorização contínua e intervenções rápidas por parte da enfermagem. Além disso, destaca-se a importância da comunicação humanizada com os familiares, fator essencial para a compreensão do diagnóstico e para a autorização da doação. Conclusão: Conclui-se que a atuação do enfermeiro é fundamental tanto na preservação da qualidade dos órgãos quanto no acolhimento familiar, sendo indispensável para a manutenção da viabilidade dos órgãos destinados ao transplante e para o fortalecimento do processo de doação.

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Biografia do Autor

Beatriz Ferreira Mombrini da Silva, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu.

Daniele Cabral Moreira, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu.

Lidiane Cortes de Gouvea Lopes, Universidade Iguaçu

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu.

Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa, Universidade Federal Fluminense

Mestre em Educação Em Saúde pela Universidade Federal Fluminense; Docente na Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG).

Wanderson Alves Ribeiro, UFF

Mestre, Doutor com pós-doutorado pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente nos Cursos da Universidade Iguaçu (UNIG) de Graduação em Enfermagem, Lato Sensu em Enfermagem em CTI e Emergência; Enfermagem em Neonatologia e Pediatria; Enfermagem em Obstetrícia; Fisioterapia em CTI com ênfase em Nenonatologia, Pediatria e Adulto. Stricto Sensu: Mestrado Acadêmico em Vigilância em Saúde.

Fernando Salgado do Amaral, UniFoa

Enfermeiro, Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Meio Ambiente pelo UniFoa, Docente e Coordenador Adjunto do Curso da Graduação de Enfermagem da UNIG, docente da pós-graduação Latu-Sensu de Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva (UNIG).

Publicado

2026-06-17

Como Citar

Silva, B. F. M. da, Moreira, D. C., Lopes, L. C. de G., Póvoa, F. C. C., Ribeiro, W. A., & Amaral, F. S. do. (2026). DESAFIOS DO ENFERMEIRO NA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DO POTENCIAL DOADOR DE ÓRGÃOS EM MORTE ENCEFÁLICA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–20. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28217