IMPACTO DOS EXERCÍCIOS RESISTIDOS NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON: UMA ALTERNATIVA NÃO FARMACOLÓGICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28155Palavras-chave:
Doença de Parkinson. Exercícios Terapêuticos. Reabilitação Neurológica.Resumo
Esse artigo buscou analisar as evidências científicas acerca das intervenções fisioterapêuticas aplicadas à reabilitação de indivíduos com Doença de Parkinson, destacando seus efeitos sobre os sintomas motores e não motores da doença. Para isso, foi realizada uma revisão da literatura composta por 32 estudos publicados entre 2016 e 2026, incluindo ensaios clínicos randomizados, estudos controlados, observacionais, série de casos e pesquisas piloto. Os estudos foram organizados em diferentes categorias de intervenção, como exercícios respiratórios, treinamento resistido, exercícios aeróbicos, treinamento de marcha, equilíbrio e controle postural, programas multicomponentes, intervenções de alta complexidade motora, tecnologias assistivas, treinamento de destreza manual e métodos de avaliação diagnóstica. Os resultados evidenciaram que as intervenções fisioterapêuticas contribuem para o aumento da força muscular, melhora do equilíbrio, redução do risco de quedas, aprimoramento da marcha, fortalecimento da musculatura respiratória, melhora das funções cognitivas e ampliação da capacidade funcional. Além disso, recursos tecnológicos e abordagens inovadoras mostraram potencial para otimizar a reabilitação e favorecer a autonomia dos pacientes. Conclui-se que a fisioterapia desempenha papel essencial no manejo da Doença de Parkinson, promovendo benefícios multidimensionais que impactam positivamente a funcionalidade, a independência e a qualidade de vida.
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