A PRISÃO PREVENTIVA NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO: LIMITES ENTRE A NECESSIDADE E O ABUSO

Autores

  • Fabricio Flores da Silva FAMETRO
  • Rosana Reis de Melo Silva FAMETRO

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27859

Palavras-chave:

Prisão preventiva. Presunção de inocência. Proporcionalidade. Processo penal. Garantias fundamentais.

Resumo

O presente artigo visa analisar a prisão preventiva no processo penal brasileiro, examinando seus fundamentos constitucionais e legais, bem como os limites impostos à sua decretação. A pesquisa tem por objetivo abordar as alterações promovidas pela Lei n° 13.964/2019, e se essas medidas são eficazes na contenção de abusos e no fortalecimento da fundamentação das decisões judiciais. A fundamentação teórica baseia-se na Constituição Federal, no Código de Processo Penal, na Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e na doutrina especializada. Aplicou-se o método de pesquisa dedutivo, com pesquisa bibliográfica e documental indireta, incluindo análise legislativa e jurisprudencial. Os resultados indicam que, embora a reforma legislativa tenha estabelecido critérios mais severos, ainda persistem decisões baseadas em fundamentos genéricos, desvelando distanciamento entre o discurso garantista e a prática forense. Por fim, a pesquisa chega à conclusão de que a prisão preventiva deve ser aplicada de forma excepcional, observando os princípios da presunção de inocência, proporcionalidade e fundamentação correta, sob a pena de se converter em mecanismo de antecipação de pena.

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Biografia do Autor

Fabricio Flores da Silva, FAMETRO

Graduando do Curso de Bacharelado em Direito da Faculdade Metropolitana de Manaus (FAMETRO).

Rosana Reis de Melo Silva, FAMETRO

Prof.ª Especialista, Orientadora e Coordenadora de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC II) da Faculdade Metropolitana de Manaus (FAMETRO). Manaus, Amazonas, Brasil. 

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Publicado

2026-06-09

Como Citar

Silva, F. F. da, & Silva, R. R. de M. (2026). A PRISÃO PREVENTIVA NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO: LIMITES ENTRE A NECESSIDADE E O ABUSO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27859