EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ESTUDANTES COM TEA: DESAFIOS DOCENTES E PRÁTICAS EMANCIPATÓRIAS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

Autores

  • Keilâny Moreira dos Santos UNEB
  • Gisele Soares Lemos Shaw UNEB
  • Suzzana Alice Lima de Almeida UNEB

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.27820

Palavras-chave:

Autismo. Práticas pedagógicas emancipatórias. Semiárido brasileiro.

Resumo

Este artigo buscou identificar os principais desafios para a consolidação de práticas pedagógicas inclusivas e emancipatórias voltadas à escolarização de estudantes autistas no contexto do Semiárido brasileiro. Para isso, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, fundamentada nos pressupostos da fenomenologia crítica, com a seleção de produções científicas disponíveis no Google Scholar a partir dos descritores educação inclusiva, inclusão de autistas e semiárido. A análise dos estudos permitiu compreender as especificidades da inclusão escolar nessa região, bem como os fatores que influenciam a efetivação de práticas educativas inclusivas. Os resultados evidenciaram que, apesar dos avanços nas legislações e políticas públicas voltadas à inclusão, persistem desafios relacionados à formação inicial e continuada dos professores, à insuficiência de recursos pedagógicos, às limitações estruturais das escolas e à necessidade de fortalecimento de uma cultura escolar inclusiva. Destacou-se ainda a importância de práticas pedagógicas contextualizadas, capazes de valorizar as especificidades socioculturais e ambientais do Semiárido e de promover a participação efetiva dos estudantes autistas. Conclui-se que a construção de uma educação inclusiva e emancipatória demanda investimentos na formação docente, no fortalecimento das políticas educacionais e no desenvolvimento de práticas comprometidas com a equidade, a diversidade e a transformação social

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Biografia do Autor

Keilâny Moreira dos Santos, UNEB

Mestranda do Programa em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos – PPGESA/ Universidade do Estado da Bahia (UNEB); graduada em Licenciatura em Ciências da Natureza, Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF); membro do Núcleo de Pesquisa Educação em Ciências (NPEC).

Gisele Soares Lemos Shaw, UNEB

Doutora em Educação em Ciências: química da vida e saúde (UFRGS); Professora Associada da UNIVASF; Líder do NPEC; membro do Núcleo de Estudos em Aprendizagens e Inclusão (NAPI); Docente do Programa de Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos – PPGESA-UNEB; Docente do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ensino – UNIVASF; Docente do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas de Desenvolvimento do Semiárido-Univasf.

Suzzana Alice Lima de Almeida, UNEB

Doutora em Educação e Contemporaneidade/PPGEduC- UNEB; Mestre em Educação pela Université du Québec à Chicoutimi; Professora Adjunta da UNEB; Docente do Programa em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos – PPGESA-UNEB. 

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Publicado

2026-08-03

Como Citar

Santos, K. M. dos, Shaw, G. S. L., & Almeida, S. A. L. de. (2026). EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ESTUDANTES COM TEA: DESAFIOS DOCENTES E PRÁTICAS EMANCIPATÓRIAS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.27820