PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS INTERNAÇÕES POR NEOPLASIA MALIGNA DE PRÓSTATA NO SUL DO BRASIL DE 2020 A 2025
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27570Palavras-chave:
Câncer. Próstata. Urologia. Internação Hospitalar. Epidemiologia.Resumo
Esse artigo buscou analisar o perfil epidemiológico das internações por neoplasia maligna da próstata na Região Sul do Brasil entre 2020 e 2025, por meio de um estudo quantitativo, descritivo e exploratório, com dados secundários do SIH/DATASUS, considerando internações, óbitos, tempo médio de permanência, faixa etária e cor/raça nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No período analisado, foram registradas 33.350 internações e 3.560 óbitos, com mortalidade hospitalar geral de 10,67%. O Paraná apresentou o maior número absoluto de internações, Santa Catarina a maior taxa de mortalidade hospitalar e o Rio Grande do Sul o maior tempo médio de permanência. Observou-se predomínio de internações em pacientes com 60 anos ou mais e maior frequência de indivíduos autodeclarados brancos. Os achados evidenciam diferenças epidemiológicas relevantes entre os estados da Região Sul, reforçando a importância da detecção precoce, do acesso oportuno ao tratamento e do fortalecimento das estratégias de prevenção e atenção oncológica.
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