DOENÇA DE PARKINSON DE INÍCIO PRECOCE NA AUSÊNCIA DE HISTÓRICO FAMILIAR: FATORES ASSOCIADOS E PERSPECTIVAS TERAPÊUTICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27414Palavras-chave:
Doença de Parkinson. Início precoce. Fatores de risco.Resumo
Esse artigo buscou analisar os fatores de risco e as perspectivas terapêuticas relacionadas à Doença de Parkinson de início precoce na ausência de histórico familiar, a partir de uma abordagem que considera a interação entre fatores biológicos, ambientais e sociais. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de buscas nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, contemplando publicações dos últimos dez anos, com uso de descritores em português, inglês e espanhol, combinados por operadores booleanos. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados estudos relevantes para análise qualitativa. Os resultados evidenciaram que a doença apresenta caráter multifatorial, com destaque para exposições ambientais, como poluição atmosférica e pesticidas, além de mecanismos fisiopatológicos como estresse oxidativo e disfunção mitocondrial. No âmbito terapêutico, observou-se que as abordagens atuais são predominantemente sintomáticas, com destaque para o uso da levodopa e intervenções como a estimulação cerebral profunda, não havendo ainda terapias modificadoras da progressão da doença. Conclui-se que a compreensão ampliada dos fatores de risco e das limitações terapêuticas é fundamental para o desenvolvimento de estratégias preventivas e para o aprimoramento do manejo clínico da doença.
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