EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO INICIAL DOCENTE: ENTRE DIRETRIZES NORMATIVAS E PRÁTICAS FORMATIVAS

Autores

  • José Augusto Barreto Must University
  • Roma Reis de Almeida Must University
  • Dandara Palmares de Morais Must University
  • Leila Nazaré dos Santos Passos Must University
  • Eugênio Jesus Santana Must University
  • Greison Robert Silva dos Reis Fundação Universitária Iberoamericana
  • Patrícia Duarte de Oliveira Must University
  • Alessandra Verginelli Turatto Must University

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25533

Palavras-chave:

Formação inicial docente. Educação inclusiva. Licenciatura. Políticas educacionais.

Resumo

A consolidação da educação inclusiva como princípio estruturante das políticas educacionais contemporâneas impõe à formação inicial de professores o desafio de reconfigurar fundamentos epistemológicos, curriculares e metodológicos, de modo a preparar profissionais aptos a atuar em contextos marcados pela diversidade. A ampliação das matrículas de estudantes com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento e outras necessidades educacionais específicas nas classes comuns evidencia lacunas na organização tradicional dos cursos de licenciatura, historicamente orientados por pressupostos de homogeneidade. Este artigo analisa criticamente a formação inicial docente à luz das exigências da educação inclusiva, discutindo fundamentos normativos, modelos formativos e desafios institucionais contemporâneos. Parte-se da hipótese de que a efetividade da inclusão escolar depende da integração transversal de princípios inclusivos no currículo da formação inicial, superando abordagens fragmentadas ou restritas a disciplinas específicas. Metodologicamente, adota-se abordagem teórico-analítica, com revisão crítica de literatura recente e diálogo com documentos oficiais vigentes. Os resultados indicam que programas formativos eficazes articulam conhecimento pedagógico do conteúdo, fundamentos do desenvolvimento humano, avaliação formativa e experiências práticas supervisionadas em contextos inclusivos reais. Conclui-se que a formação inicial constitui etapa estratégica para consolidação de cultura escolar inclusiva, exigindo políticas institucionais consistentes, articulação entre universidade e escola básica e investimento em formação de formadores. Defende-se que a educação inclusiva não pode ser compreendida como competência acessória, mas como eixo estruturante da identidade profissional docente, vinculada ao compromisso ético com a equidade e a aprendizagem de todos.

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Biografia do Autor

José Augusto Barreto, Must University

Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. 

Roma Reis de Almeida, Must University

Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.

Dandara Palmares de Morais, Must University

Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University

Leila Nazaré dos Santos Passos, Must University

Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.

Eugênio Jesus Santana, Must University

Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.

Greison Robert Silva dos Reis, Fundação Universitária Iberoamericana

Mestrando em  Resolução de Conflitos e Mediação pela Fundação Universitária Iberoamericana

Patrícia Duarte de Oliveira, Must University

Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.

Alessandra Verginelli Turatto, Must University

Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University.

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Publicado

2026-04-08

Como Citar

Barreto, J. A., Almeida, R. R. de, Morais, D. P. de, Passos, L. N. dos S., Santana, E. J., Reis, G. R. S. dos, … Turatto, A. V. (2026). EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO INICIAL DOCENTE: ENTRE DIRETRIZES NORMATIVAS E PRÁTICAS FORMATIVAS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25533