MANIFESTAÇÕES CUTÂNEAS DA RESISTÊNCIA À INSULINA E DO DIABETES MELLITUS: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25301Palavras-chave:
Síndrome Metabólica. Resistência à Insulina. Manifestações Cutâneas. Dermatopatias.Resumo
As manifestações cutâneas associadas à resistência à insulina e ao diabetes mellitus têm sido progressivamente reconhecidas como importantes indicadores clínicos de alterações metabólicas. O presente estudo teve como objetivo analisar as evidências recentes sobre as principais manifestações dermatológicas relacionadas a esses distúrbios metabólicos. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases de dados PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando descritores relacionados a resistência à insulina, diabetes mellitus e manifestações cutâneas. Foram incluídos estudos publicados entre 2018 e 2026, nos idiomas inglês, português ou espanhol, que abordassem a associação entre alterações dermatológicas e distúrbios metabólicos. Após aplicação dos critérios de elegibilidade, seis estudos foram incluídos na análise. Os resultados evidenciaram que diversas manifestações cutâneas podem estar associadas à resistência à insulina e ao diabetes mellitus, destacando-se a acantose nigricans, os acrocórdons e dermatoses relacionadas às alterações metabólicas e microvasculares da doença. Essas manifestações têm sido descritas na literatura como potenciais marcadores clínicos de disfunção metabólica e risco cardiometabólico. Conclui-se que o reconhecimento dessas alterações dermatológicas pode contribuir para a identificação precoce de distúrbios metabólicos e para o acompanhamento clínico de pacientes com diabetes mellitus, reforçando a importância da avaliação dermatológica na prática médica.
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