TERMINALIDADE DE VIDA E CUIDADOS PALIATIVOS NA GRADUAÇÃO MÉDICA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24860Palavras-chave:
Cuidados Paliativos. Educação Médica. Faculdades de Medicina.Resumo
Esse artigo tem o objetivo de compreender o atual cenário do ensino de Cuidados Paliativos nos cursos de graduação em Medicina, apontando seus principais desafios e perspectivas. Trata-se de um estudo de revisão integrativa, realizada a partir da análise de estudos nacionais e internacionais publicados entre 2015 e 2025 em bases de dados científicas relevantes, com a inclusão de estudos originais, de natureza qualitativa, que se enquadram na pergunta “Quais as percepções de acadêmicos, professores e gestores de cursos de Medicina acerca do ensino dos Cuidados Paliativos e da terminalidade de vida na graduação médica?”. Os resultados evidenciam que a prática em cuidados paliativos favorece o desenvolvimento de competências emocionais, técnicas e comunicacionais, além da tomada de consciência da própria finitude. A literatura aponta existem barreiras curriculares e culturais no ensino dessa temática, bem como na compreensão acerca de distanásia, trabalho multiprofissional e comunicação de notícias difíceis. Conclui-se que, embora iniciativas isoladas de inserção teórica e prática da medicina paliativa sejam valorizadas pelos discentes, o ensino dessa área ainda é incipiente e fragmentado nos cursos médicos, sendo necessário atrelar a capacitação de profissionais e a adequação pedagógica para o ensino dessa disciplina.
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