MICROPOLÍTICA DO TRABALHO NA SAÚDE E NA EDUCAÇÃO: RESISTÊNCIAS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS NAS INTERFACES ENTRE PROCESSOS FORMATIVOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24179

Palavras-chave:

Fluxo de Trabalho. Prática Profissional. Relações Interprofissionais. Práticas Interdisciplinares. Desempenho Profissional.

Resumo

Introdução: As transformações contemporâneas nos mundos do trabalho têm impactado significativamente os campos da saúde e da educação, especialmente nos modos de formar profissionais, produzir cuidado e construir conhecimento. Nesse contexto, a micropolítica do trabalho emerge como um campo analítico relevante para compreender as relações de poder, os processos de subjetivação, as estratégias de resistência e a produção de sentidos que se desenvolvem no cotidiano das práticas laborais. Objetivo: Analisar as intersecções e tensões entre a micropolítica do trabalho e os processos formativos na saúde e na educação, explorando as estratégias de resistência e os sentidos produzidos nessas interfaces. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de abordagem qualitativa e caráter teórico-reflexivo. A busca foi realizada nas bases SciELO, LILACS, MEDLINE/PubMed e Google Scholar, utilizando descritores relacionados à micropolítica, educação permanente, trabalho em saúde e formação profissional, com recorte temporal de 2010 a 2025. A análise ocorreu de forma interpretativa e crítica, identificando categorias vinculadas às relações de poder, resistência e produção de sentidos. Resultados: Os resultados evidenciam que a micropolítica influencia diretamente a efetivação da educação permanente, favorecendo a reflexão sobre as práticas, a autoanálise e a construção coletiva de saberes. Destacam-se a formação no cotidiano, o protagonismo dos trabalhadores, a gestão participativa e a criação de estratégias inovadoras para qualificar o cuidado e a organização do trabalho. Conclusão: Conclui-se que a micropolítica constitui um campo dinâmico que molda as relações, promove resistências e potencializa a construção de sentidos, contribuindo para práticas mais humanizadas, críticas e alinhadas às necessidades dos serviços e dos usuários.

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Biografia do Autor

Mayara Ingridy Botelho Rodrigues de Menezes, Christian Business School

Mestranda em Saúde Pública pela Christian Business School (CBS), Paris França.

Mateus Henrique Dias Guimarães, Christian Business School

Doutorando em Saúde Pública pela Christian Business School (CBS), Paris, França. Membro da International Epidemiological Association (IEA), 2025-2031.

Ana Cláudia Rodrigues da Silva, Christian Business School

Doutoranda em Saúde Pública pela Christian Business School (CBS), Paris, França. ORCID:

Michel dos Reis da Silva, Christian Business School

Mestrando em Educação pela Christian Business School (CBS), Paris, França. 

Daniel Afonso Gomes da Silva, Unilogos

Mestrando em Educação pela Logos University International (Unilogos), França. 

Rozineide Iraci Pereira da Silva, Christian Business School

Ph.D. e Doutora pela Christian Business School (CBS) e Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Professora na Faculdade Luso Brasileira (FALUB). Tutora na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Brasil. Doutora Docente e Orientadora da Christian Business School (CBS). ORCID: 

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Publicado

2026-02-12

Como Citar

Menezes, M. I. B. R. de, Guimarães, M. H. D., Silva, A. C. R. da, Silva, M. dos R. da, Silva, D. A. G. da, & Silva, R. I. P. da. (2026). MICROPOLÍTICA DO TRABALHO NA SAÚDE E NA EDUCAÇÃO: RESISTÊNCIAS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS NAS INTERFACES ENTRE PROCESSOS FORMATIVOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24179