INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SALA DE AULA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, LINGUAGEM E FORMAÇÃO CRÍTICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23949Palavras-chave:
Inteligência Artificial. Linguagem. Práticas pedagógicas. Formação docente. Educação crítica.Resumo
A presença crescente da Inteligência Artificial (IA) na educação tem provocado transformações significativas nas práticas pedagógicas e, de modo particular, nas práticas de linguagem desenvolvidas na escola. Este artigo discute a inserção da IA na sala de aula a partir de uma abordagem crítica, articulando linguagem, autoria, práticas pedagógicas e formação docente. Fundamentado nos estudos sobre letramentos digitais, tecnodiscursividade e inovação pedagógica, o texto compreende a IA como mediação sociotécnica que reconfigura os processos de leitura, escrita e produção de sentidos. A análise teórica evidencia que o uso pedagógico da IA exige mediação docente intencional, formação crítica e atenção às dimensões éticas envolvidas, especialmente no que se refere à autoria, à avaliação e à autonomia intelectual dos estudantes. Conclui-se que a integração da IA à educação pode contribuir para práticas pedagógicas mais reflexivas e significativas, desde que orientada por princípios éticos e pelo fortalecimento da formação docente.
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