(R)EXISTIR NO CAMPO: ADOLESCÊNCIA, MICROAGRESSÕES E A CLÍNICA DA PRESENÇA

Autores

  • Larissa Romão Pereira Faculdades Metropolitanas Unidas

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23804

Palavras-chave:

Adolescência LGBTQIA+. Violência simbólica. Clínica da presença. Microagressões. construção da identidade.

Resumo

Esse Este artigo discute os efeitos da violência simbólica e das microagressões na constituição psíquica de adolescentes LGBTQIA+, sob a ótica da Gestalt-terapia. Compreendendo o sofrimento como fenômeno de campo — relacional, social e político —, o texto analisa como o ambiente impõe padrões normativos que silenciam, anulam e fragmentam o processo de construção do self. A pressão para a conformidade heteronormativa desencadeia ajustes criativos disfuncionais, que se manifestam em sintomas como culpa, retraimento e autolesão. A clínica é apresentada como espaço de emergência e possibilidade, onde o contato é restaurado e o sujeito pode existir com autenticidade. Escutar sem corrigir, acolher sem traduzir e reconhecer a singularidade de cada vivência são atos clínicos e éticos. O artigo propõe uma escuta engajada, capaz de sustentar a presença e afirmar o direito desses jovens de viverem para além da sobrevivência.

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Biografia do Autor

Larissa Romão Pereira, Faculdades Metropolitanas Unidas

Discente do curso de Psicologia da Faculdades Metropolitanas Unidas.

 

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Publicado

2026-01-26

Como Citar

Pereira, L. R. (2026). (R)EXISTIR NO CAMPO: ADOLESCÊNCIA, MICROAGRESSÕES E A CLÍNICA DA PRESENÇA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–8. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23804