FREQUÊNCIA DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS EM RECÉM-NASCIDOS, FILHOS DE MÃES COM DIABETES GESTACIONAL, INTERNADOS NA UCIN DO HOSPITAL MATERNO-INFANTIL LOS ÁNGELES DE 2019 A 2023
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23788Palavras-chave:
Diabetes gestacional. Cardiopatias congênitas. Recém-nascido. Unidade de terapia intensiva neonatal.Resumo
A diabetes mellitus gestacional é definida como a intolerância à glicose diagnosticada pela primeira vez durante a gestação, estando associada a diversas complicações materno-fetais, entre elas as malformações cardiovasculares. O presente estudo teve como objetivo comparar a frequência de cardiopatias congênitas em recém-nascidos filhos de mães com diabetes gestacional e de mães não diabéticas. Trata-se de um estudo observacional, descritivo, transversal e retrospectivo, realizado com recém-nascidos portadores de cardiopatias congênitas internados na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais de um hospital materno-infantil, no período de 2019 a 2023. Foram excluídos prontuários incompletos, recém-nascidos prematuros, portadores de outras malformações congênitas e aqueles com baixo escore de Apgar. A coleta de dados foi realizada por meio de fichas clínicas, utilizando amostragem por conveniência, e a análise estatística foi conduzida no software SPSS. Das 192 crianças identificadas com cardiopatias congênitas, 152 atenderam aos critérios de inclusão, sendo 79,6% filhos de mães com diabetes gestacional e 20,4% filhos de mães não diabéticas. Observou-se predominância do sexo masculino (62,5%) entre os recém-nascidos acometidos, e a mediana da idade materna das gestantes com diabetes gestacional foi de 37 anos (p25: 36 – p75: 38). Conclui-se que a diabetes gestacional está associada a uma maior ocorrência de cardiopatias congênitas em recém-nascidos.
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