VIVENDO COM ANEMIA FALCIFORME: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA ESTUDANTE DE FARMÁCIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23771Palavras-chave:
Anemia Falciforme. Qualidade de Vida. Assistência Farmacêutica. Equipe de Assistência ao Paciente. Relatos de Casos.Resumo
Esse artigo buscou relatar a experiência de uma estudante de Farmácia convivendo com a anemia falciforme, destacando os desafios cotidianos, o impacto da doença na formação profissional e as reflexões sobre o cuidado ao paciente. Trata-se de um estudo do tipo relato de experiência, com abordagem qualitativa, realizado com uma paciente residente em Teresina (PI), diagnosticada na infância com anemia falciforme. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista semiestruturada, composta por perguntas subjetivas, visando compreender a vivência com a doença, bem como a evolução do diagnóstico e do tratamento. A participante, mulher, 31 anos, parda, solteira e acadêmica de Farmácia, foi diagnosticada aos 17 anos após histórico de múltiplas internações por crises dolorosas, icterícia e esplenomegalia. O diagnóstico foi confirmado por eletroforese de hemoglobina no HEMOMAR, iniciando-se terapia com ácido fólico e acompanhamento periódico. Posteriormente, com a introdução da hidroxiureia e o seguimento especializado, observou-se redução das crises falcêmicas, diminuição das internações e melhora da qualidade de vida. Conclui-se que o acompanhamento contínuo, a adesão ao tratamento e a atuação multiprofissional, com destaque para a orientação farmacêutica, são fundamentais para o manejo adequado da anemia falciforme e para a promoção do autocuidado.
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