ENSINO REMOTO E SEUS EFEITOS NOS NÍVEIS DE ANSIEDADE E ATIVIDADE FÍSICA EM ALUNOS DE UMA ESCOLA DE TERESINA-PI
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v8i9.6775Palabras clave:
Nível de atividade Física. Ansiedade. Ensino Remoto.Resumen
Objetivo: avaliar o nível de ansiedade e o nível de atividade física nos discentes de uma escola pública estadual de referência, durante o período remoto. Métodos: Estudo transversal observacional e descritivo realizado em Teresina, PI, em 2022. A amostra incluiu 60 alunos adolescentes de escola em período integral. Para avaliar o nível de atividade física, foi aplicado o questionário de Atividades Habituais, traduzido e modificado por Nahas – NuPAF/UFSC, (2003). No que se refere ao rastreio de sintomas de ansiedade foi utilizado o questionário SCARED (Screen for Child Anxiety Related Emptional Disorders) para avaliar as variáveis categóricas o Teste Qui-Quadrado e Exato de Fisher foi adotado. Os dados foram exportados para a planilha Microsoft Excel e analisados no IBM Statistical Package for the Social Science versão 20.0. O nível de significância adotado foi p ≤ 0,05. Resultados: A média de idade entre os alunos foi de 17 anos, em sua maioria do sexo feminino com renda familiar de um a dois salários-mínimos. Os alunos apresentaram alterações no sono (91,7%) e afirmaram passar mais que 8 horas diárias em frente a uma tela de smartphone, tablet, computador (53,35 %). Dados mostraram que (65,0%) dos alunos não eram ativos fisicamente, e que (76,7%) se mostraram ansiosos, havendo também uma parcela de (53,3%) com transtornos de pânico. Sobretudo pode-se destacar que (71,7%) dos alunos mostraram possuir transtornos de ansiedade generalizada. Conclusão: Os estudantes adolescentes mostraram-se com níveis altos de ansiedade, ansiedade generalizada e pânico, também apresentaram níveis de inatividade altos.
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