VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E A RESPONSABILIDADE DA EQUIPE MÉDICA: UMA ANÁLISE JURÍDICA, ÉTICA E SOCIAL

Autores/as

  • Ana Vitória Borges de Sousa UNINTA
  • Helaine Magalhães Medeiros Ibiapina Universidad Museo Social Argentino
  • Rianne Hélice Silva Araújo UNINTA
  • Lara de Castro Arruda Universidade Estadual Vale do Acaraú
  • Maria Thaianne Pereira da Silva UNINTA
  • Wládia Fernandes da Rocha Solano

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29403

Palabras clave:

Violência obstétrica. Responsabilidade médica. Responsabilidade penal. Ética médica.

Resumen

O presente trabalho tem o objetivo de analisar de forma jurídica, ética e social a responsabilidade da equipe medica em casos de violência obstétrica No Brasil o assunto vem ganhando repercussão devido a diversos casos de violência obstétrica, como a sofrida pela influenciadora Shantal em 2021, quando o obstetra responsável pelo seu parto a xingou e constrangeu durante o procedimento. A influenciadora relata que só percebeu a gravidade da violência sofrida após assistir aos vídeos do parto, quando viu o obstetra usar palavrões, expôs partes íntimas dela para o marido e terceiros e adotar técnica violenta durante parto. Outros casos de grande repercussão na mídia brasileira foram, uma menina de dez anos, grávida em consequência de um estupro, que foi coagida a não exercer seu direito ao aborto legal, assim como o caso de uma mulher estuprada por um anestesista durante uma cesariana. Esses casos evidenciaram que a violência obstétrica é uma realidade no Brasil. Diante disso, ficou evidente a necessidade de criação de leis federais que visem cada vez mais coibir tais crimes. O trabalho foi realizado por meio de uma revisão bibliográfica simplificada, analisando pesquisas acadêmicas, artigos científicos, que abordam a pedofilia virtual e a superexposição infantil, incluindo análises de casos reais, assim como pesquisa sobre a temática no google Acadêmico, Portal Periódicos da Capes e SciELO. Espera-se com esse estudo demonstrar que a violência obstétrica é algo a ser combatido, as evidências citadas demonstram que essa pratica está longe de ser extinta, por isso fica evidente a necessidade de leis especificas para combater tais práticas.

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Biografía del autor/a

Ana Vitória Borges de Sousa, UNINTA

Graduanda em Direito - Centro Universitário Inta – UNINTA. 

Helaine Magalhães Medeiros Ibiapina, Universidad Museo Social Argentino

Doutoranda em Ciências Jurídicas - Universidad Museo Social Argentino.

Rianne Hélice Silva Araújo, UNINTA

Graduanda em Direito - Centro Universitário Inta – UNINTA. 

Lara de Castro Arruda, Universidade Estadual Vale do Acaraú

Mestra em Filosofia - Universidade Estadual Vale do Acaraú. 

Maria Thaianne Pereira da Silva, UNINTA

Graduanda em Direito - Centro Universitário Inta – UNINTA. 

Wládia Fernandes da Rocha Solano

Mestra em Administração. 

Publicado

2026-08-12

Cómo citar

Sousa, A. V. B. de, Ibiapina, H. M. M., Araújo, R. H. S., Arruda, L. de C., Silva, M. T. P. da, & Solano, W. F. da R. (2026). VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E A RESPONSABILIDADE DA EQUIPE MÉDICA: UMA ANÁLISE JURÍDICA, ÉTICA E SOCIAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29403