O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO MANEJO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS COMO ESTRATÉGIA PARA REDUZIR A DEMANDA NOS SERVIÇOS DE ALTA COMPLEXIDADE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v4i3.28106Palabras clave:
Enfermagem. Atenção Primária à Saúde. Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Saúde Pública. Autocuidado.Resumen
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) representam um importante problema de saúde pública, sendo responsáveis por elevados índices de morbimortalidade e pela crescente demanda nos serviços de saúde. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) destaca-se como estratégia fundamental para a promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento contínuo dos usuários acometidos por doenças crônicas. O presente estudo teve como objetivo descrever o papel do enfermeiro na Atenção Primária à Saúde no manejo das Doenças Crônicas Não Transmissíveis como estratégia para reduzir a demanda nos serviços de média e alta complexidade. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de caráter descritivo e abordagem qualitativa, realizada por meio de buscas nas bases Google Acadêmico, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando os descritores “Enfermeiro”, “Atenção Primária à Saúde” e “Doenças Crônicas Não Transmissíveis”, associados pelo operador booleano AND. Os resultados evidenciaram que o enfermeiro exerce papel fundamental no acompanhamento longitudinal, educação em saúde, promoção do autocuidado, prevenção de complicações e fortalecimento do vínculo entre equipe e usuário. Também foram identificados desafios relacionados à sobrecarga de trabalho, escassez de recursos e dificuldades na adesão ao tratamento. Conclui-se que o fortalecimento da atuação do enfermeiro na APS contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e para a redução da sobrecarga nos serviços de maior complexidade.
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