RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NA INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25862Palabras clave:
Ressonância magnética. Doenças neurodegenerativas. Doença de Alzheimer. Doença de Parkinson. Neuroimagem.Resumen
As doenças neurodegenerativas representam um importante desafio para a saúde pública devido ao envelhecimento populacional e ao aumento da incidência de enfermidades que comprometem progressivamente o sistema nervoso central. Entre as principais destacam-se a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Nesse contexto, a ressonância magnética tem se destacado como uma importante ferramenta de neuroimagem para identificação de alterações estruturais cerebrais associadas a essas doenças. Este estudo teve como objetivo analisar a contribuição da ressonância magnética na investigação de doenças neurodegenerativas por meio de revisão da literatura. Os resultados indicam que essa técnica possibilita a identificação de padrões específicos de alterações cerebrais, contribuindo para o diagnóstico e acompanhamento clínico.
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