RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NA INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS

Autores/as

  • Karla Larissa Lira Guimarães CESMAC
  • Débora Rose dos Santos Lima CESMAC
  • Isabelle Barreto de Aragão LeCampion CESMAC

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25862

Palabras clave:

Ressonância magnética. Doenças neurodegenerativas. Doença de Alzheimer. Doença de Parkinson. Neuroimagem.

Resumen

As doenças neurodegenerativas representam um importante desafio para a saúde pública devido ao envelhecimento populacional e ao aumento da incidência de enfermidades que comprometem progressivamente o sistema nervoso central. Entre as principais destacam-se a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Nesse contexto, a ressonância magnética tem se destacado como uma importante ferramenta de neuroimagem para identificação de alterações estruturais cerebrais associadas a essas doenças. Este estudo teve como objetivo analisar a contribuição da ressonância magnética na investigação de doenças neurodegenerativas por meio de revisão da literatura. Os resultados indicam que essa técnica possibilita a identificação de padrões específicos de alterações cerebrais, contribuindo para o diagnóstico e acompanhamento clínico.

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Biografía del autor/a

Karla Larissa Lira Guimarães, CESMAC

Granduanda em biomedicina - Centro universitário CESMAC. 

Débora Rose dos Santos Lima, CESMAC

Graduanda em biomedicina - Centro universitário CESMAC. 

Isabelle Barreto de Aragão LeCampion, CESMAC

Orientadora - Especialista- Centro universitário CESMAC.

Publicado

2026-04-20

Cómo citar

Guimarães, K. L. L., Lima, D. R. dos S., & LeCampion, I. B. de A. (2026). RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NA INVESTIGAÇÃO DE DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25862