PROJETO FUTURE-SE: QUEM APRENDE NÃO DEPENDE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.23868Palabras clave:
Ensino Superior. Políticas Educacionais. Inclusão Social.Resumen
O Ensino Superior no Brasil enfrenta desafios estruturais relacionados ao acesso, à permanência estudantil e à empregabilidade, especialmente entre jovens oriundos de contextos socioeconômicos vulneráveis. Apesar da ampliação de políticas públicas e do crescimento da Educação a Distância, os indicadores nacionais permanecem distantes das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (2014–2024), evidenciando desigualdades persistentes e impactos das transformações demográficas e do mundo do trabalho. Este estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão narrativa da literatura, os principais fatores que influenciam o ingresso e a permanência no Ensino Superior brasileiro, bem como discutir o papel das Instituições de Ensino Superior na promoção de ações inclusivas e de impacto social. A metodologia consistiu na análise de produções científicas, documentos institucionais e dados oficiais provenientes de bases nacionais e internacionais. Os achados apontam que a formação superior está diretamente associada a melhores indicadores de empregabilidade, renda e estabilidade profissional, além de desempenhar papel estratégico frente ao envelhecimento populacional. Conclui-se que o fortalecimento do Ensino Superior exige políticas educacionais integradas, expansão qualificada do acesso e iniciativas institucionais que articulem ensino, pesquisa e extensão, a exemplo do projeto FUTURE-SE, como estratégia de inclusão educacional e desenvolvimento socioeconômico.
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