ANÁLISE DO TEMPO DE INTERNAÇÃO COMO PREDITOR DE MORTALIDADE EM IDOSOS INTERNADOS POR FRATURA DE FÊMUR EM HOSPITAIS PÚBLICOS DO ESTADO DE GOIÁS

Autores/as

  • Isabella Santos Rezende Rios UNEMAT
  • Aline Bazi da Silva IMEPAC
  • Letícia Ribeiro Cardoso UNIRV
  • Ana Luiza Pires Vidal UniEvangelica
  • Vinícius Rodrigues França UNIRV
  • Guilherme Vaz Silva UNIRV

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23703

Palabras clave:

Fraturas do Fêmur. Fraturas Ósseas. Quedas. Idoso.

Resumen

Introdução: Existe uma preocupação com a elevação do tempo médio de permanência hospitalar, que tradicionalmente é interpretado como um indicador ligado à qualidade da assistência prestada. No entanto, no caso de pacientes idosos, esse parâmetro não depende exclusivamente da eficiência do cuidado, mas também reflete fatores intrínsecos à própria condição geriátrica. Objetivo: Avaliar a associação entre o tempo de internação hospitalar e a mortalidade em idosos internados por fratura de fêmur no Estado de Goiás, considerando o prolongamento da internação como possível indicador indireto de complicações clínicas, como infecção, imobilidade prolongada e delirium. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo de análise documental de série temporal. A análise baseou-se em dados secundários disponíveis na plataforma pública DATASUS/TABNET, abrangendo o período de janeiro de 2021 a agosto de 2025. Resultados: A análise dos dados provenientes do DATASUS-TABNET referentes às internações hospitalares por fratura de fêmur (CID-10: S72) em idosos (≥60 anos) residentes no Estado de Goiás, no período de janeiro de 2021 a agosto de 2025, revelou informações relevantes sobre a distribuição das internações, tempo médio de permanência e mortalidade hospitalar. Discussão: O conjunto dos resultados sugere que o tempo de internação hospitalar pode ser considerado um potencial preditor de mortalidade em idosos com fratura de fêmur. Essa associação reforça a importância de estratégias que reduzam o tempo de permanência sem comprometer a qualidade do cuidado. Conclusão: Os achados deste estudo indicam que o tempo de internação hospitalar esteve diretamente associado à mortalidade entre idosos internados por fratura de fêmur no Estado de Goiás. Observou-se que internações mais prolongadas foram relacionadas a maior risco de óbito, sugerindo que o prolongamento da permanência hospitalar pode refletir complicações clínicas, como infecções, imobilidade prolongada, declínio funcional e delirium.

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Biografía del autor/a

Isabella Santos Rezende Rios, UNEMAT

Graduada em medicina. Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT).

Aline Bazi da Silva, IMEPAC

Graduada em Medicina. Instituto Master de Ensino Presidente Antonio Carlos (IMEPAC).

Letícia Ribeiro Cardoso, UNIRV

Graduada em medicina. Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Rio Verde.

Ana Luiza Pires Vidal, UniEvangelica

Graduada em medicina. Universidade Evangélica de Goiás – UniEvangelica.

Vinícius Rodrigues França, UNIRV

Graduado em medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Rio Verde.

Guilherme Vaz Silva, UNIRV

Graduado em medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Aparecida de Goiânia.

Publicado

2026-01-14

Cómo citar

Rios, I. S. R., Silva, A. B. da, Cardoso, L. R., Vidal, A. L. P., França, V. R., & Silva, G. V. (2026). ANÁLISE DO TEMPO DE INTERNAÇÃO COMO PREDITOR DE MORTALIDADE EM IDOSOS INTERNADOS POR FRATURA DE FÊMUR EM HOSPITAIS PÚBLICOS DO ESTADO DE GOIÁS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–19. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23703