O AMOR QUE CURA: RESTAURANDO O SENTIDO E O EQUILÍBRIO NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23557Palabras clave:
Dependência química. Transtornos mentais. Acolhimento. Sentido da vida. Comunidade terapêutica.Resumen
O presente relatório apresenta as vivências, as reflexões e os aprendizados obtidos durante o Estágio Supervisionado em Observação, com foco nos transtornos mentais e no acompanhamento de pessoas em processo de recuperação do uso de substâncias psicoativas. O estudo articula fundamentos teóricos do DSM-5, compreensões sobre o sistema dopaminérgico, aspectos do vazio existencial e da busca de sentido baseados em Viktor Frankl, bem como o papel do acolhimento e do amor no processo terapêutico. As observações realizadas na Comunidade Bethânia permitem compreender, na prática, como a rotina estruturada, o trabalho, a espiritualidade e os vínculos afetivos contribuem significativamente para a reordenação da vida do sujeito em sofrimento psíquico e dependência química. A partir dos relatos dos residentes, é possível perceber o impacto do vínculo humano, da escuta qualificada e do resgate da dignidade como elementos centrais no processo de reconstrução subjetiva. Nesse sentido, este relatório busca integrar teoria e prática, destacando como os transtornos relacionados ao uso de substâncias envolvem fatores biológicos, sociais, emocionais e existenciais, o que exige, portanto, intervenções que ultrapassem o tratamento médico e alcancem dimensões mais profundas do ser humano.
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