ESTUDO COMPARATIVO DO TRATAMENTO DO MELASMA EM MULHERES NEGRAS: TERAPIAS TÓPICAS E PROCEDIMENTOS ESTÉTICOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23259Palabras clave:
Melasma. Pele negra. Hiperpigmentação. Terapias tópicas. Procedimentos estéticos.Resumen
O melasma é uma condição dermatológica multifatorial marcada por hiperpigmentação irregular e recorrente, com alta prevalência em mulheres negras (fototipos IV a VI). Embora existam terapias eficazes, ainda há desafios quanto à segurança e ao risco de hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI) nesse grupo. Esta revisão narrativa analisa comparativamente as principais terapias tópicas — como hidroquinona, ácido glicólico, ácido kójico e tretinoína — e procedimentos estéticos, incluindo peeling de diamante e laserterapia, com base em dez artigos publicados na última década. Os achados indicam que ativos mais suaves, como ácido kójico e ácido glicólico em baixas concentrações, oferecem melhor perfil de segurança para peles negras. Já substâncias mais potentes, como hidroquinona e tretinoína a 0,1%, exigem cautela devido ao maior potencial irritativo e risco de HPI. O peeling de diamante pode atuar como método complementar, porém requer técnica precisa. A laserterapia, especialmente com lasers fracionados não ablativos como o QS Nd:YAG, apresenta resultados promissores quando aplicada com protocolos específicos para fototipos altos. Conclui-se que o manejo do melasma em mulheres negras deve ser individualizado, priorizando ativos menos irritantes, fotoproteção rigorosa e abordagens minimamente inflamatórias.
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