INCIDÊNCIA DE TOXOPLASMOSE GESTACIONAL NO ESTADO DA BAHIA ENTRE 2019 E 2023
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29266Palavras-chave:
Cuidado pré-natal. Gravidez de Alto Risco. Toxoplasmose CongênitaResumo
Esse artigo buscou analisar a incidência da toxoplasmose gestacional na Bahia entre 2019 e 2023, destacando os riscos da infecção pelo parasita Toxoplasma gondii durante a gravidez e suas consequências para o feto. A pesquisa utilizou dados do SINAN e DATASUS em um estudo transversal, descritivo e exploratório com abordagem quantitativa, realizado no Microsoft Excel. Foram notificados 3.721 casos no período, com aumento progressivo, sendo a faixa etária de 20 a 39 anos a mais afetada, enquanto adolescentes de 10 a 14 anos e mulheres de 40 a 59 anos apresentaram menor incidência, possivelmente em razão da fase reprodutiva e das gestações de risco. O contexto da pandemia de COVID-19 pode ter prejudicado os serviços pré-natais, exigindo análises futuras. A maior concentração de casos entre mulheres de 20 a 30 anos reflete a alta frequência de gestações nessa faixa etária. A coinfecção materna com T. gondii pode complicar a gestação, tornando essencial o diagnóstico precoce e o monitoramento sorológico contínuo. Conclui-se que fortalecer o pré-natal é fundamental para reduzir vulnerabilidades, ressaltando a importância da notificação padronizada e do suporte adequado por profissionais de saúde.
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