PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS NASCIDOS VIVOS COM ANOMALIAS CONGÊNITAS EM MINAS GERAIS/BRASIL (2021 - 2025)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27249Palavras-chave:
Anormalidades Congênitas. Nascido Vivo. Epidemiologia.Resumo
Esse artigo buscou descrever o perfil epidemiológico das crianças nascidas vivas com anomalias congênitas no estado de Minas Gerais entre os anos de 2021 e 2025. Trata-se de um estudo epidemiológico observacional, transversal, retrospectivo e de base populacional, através do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde, analisando o estado de Minas Gerais e as informações pertinentes aos nascidos vivos com anomalias congênitas, adotando critérios de inclusão e exclusão, assim como variáveis investigatórias. Minas Gerais apresentou entre 2021 e 2025 8.568 nascidos vivos com anomalias congênitas, maior concentração de ocorrências em mães na faixa etária de 20 a 34 anos, predominância do sexo masculino, maior frequência de partos cesáreos e quase totalidade dos nascimentos em ambiente hospitalar. Os resultados reforçam a importância do fortalecimento contínuo da vigilância epidemiológica por meio do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos e das ações de prevenção e diagnóstico precoce preconizadas pelo Ministério da Saúde.
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