AUTISMO, INCLUSÃO ESCOLAR E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: ENTRE A COMPREENSÃO DO DESENVOLVIMENTO E A CONSTRUÇÃO DE RESPOSTAS EDUCACIONAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31033Palavras-chave:
Transtorno do Espectro Autista, Educação inclusiva, Práticas pedagógicas, Formação docente, Práticas baseadas em evidênciasResumo
Este artigo discute a escolarização de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), considerando a compreensão do desenvolvimento, a atenção integral à pessoa e as escolhas pedagógicas realizadas no cotidiano escolar. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter bibliográfico e documental, analisa contribuições relacionadas ao autismo, à inclusão e às práticas educacionais. A discussão mostra que a matrícula na classe comum, embora indispensável, não garante por si só uma experiência escolar inclusiva. A participação do aluno depende de planejamento, acompanhamento e reconhecimento de suas formas de comunicação, interação e aprendizagem. Também se destaca a necessidade de aproximar o conhecimento científico da realidade vivida pelos professores, evitando tanto a aplicação automática de métodos quanto decisões pedagógicas desvinculadas de objetivos claros. Defende-se uma prática construída a partir da observação do aluno e da avaliação contínua das respostas oferecidas pela escola, com atenção à participação, à aprendizagem e à autonomia.
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