RELAÇÃO DA GENGIVITE DESCAMATIVA COM DOENÇAS AUTOIMUNES: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Geisi Hellen da Silva Dias Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Fernando Negreiros Fernandes Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Lawan Ítalo Ximenes Barros Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Eduardo Souza de Lobão Veras Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • José Pereira de Melo Neto Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Marta Rosado de Oliveira Campos Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml
  • Matheus Araújo Brito Santos Lopes Centro Universitário UNINOVAFAPI image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30383

Palavras-chave:

Gengivite, Doenças Autoimunes, Líquen Plano Bucal

Resumo

Introdução: A gengivite descamativa (GD) é um termo clínico descritivo caracterizado por eritema, descamação, erosões e dor na mucosa gengival. Não se trata de uma doença isolada, mas de uma manifestação inespecífica predominantemente associada a dermatoses autoimunes mucocutâneas, como o líquen plano oral, pênfigo vulgar e penfigoide das membranas mucosas. Seu subdiagnóstico é frequente, sendo muitas vezes confundida com a gengivite induzida por biofilme. Objetivo: Discorrer sobre a relação entre a gengivite descamativa e as doenças autoimunes, abordando aspectos etiopatogênicos, critérios diagnósticos, abordagens terapêuticas e prognóstico. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS e Google Scholar em setembro de 2026. Foram selecionados 10 estudos originais e revisões publicados entre 2020 e 2026 nos idiomas português, inglês e espanhol. Resultados: A biópsia incisional associada à imunofluorescência direta permanece como padrão para o diagnóstico definitivo. O manejo terapêutico exige individualização direcionada à doença de base, combinando corticoides/imunomoduladores tópicos ou sistêmicos, controle rigoroso do biofilme e abordagens inovadoras (terapia a laser e tacrolimo). Conclusão: A GD requer diagnóstico precoce para identificação da condição sistêmica subjacente. A atuação do cirurgião-dentista, unindo diagnóstico preciso e controle do biofilme, é crucial para o sucesso terapêutico e a qualidade de vida do paciente.

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Biografia do Autor

  • Geisi Hellen da Silva Dias, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluna da graduação em Odontologia – Uninovafapi Afya.

  • Fernando Negreiros Fernandes, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluno da graduação em Odontologia – Uninovafapi Afya.

  • Lawan Ítalo Ximenes Barros, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Aluno da graduação em Odontologia – Uninovafapi Afya.

  • Eduardo Souza de Lobão Veras, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Doutor – Uninovafapi Afya.

  • José Pereira de Melo Neto, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Mestre – Uninovafapi Afya.

  • Marta Rosado de Oliveira Campos, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professora Mestre – Uninovafapi Afya.

  • Matheus Araújo Brito Santos Lopes, Centro Universitário UNINOVAFAPI

    Professor Doutor – Uninovafapi Afya.

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Publicado

2026-10-05

Como Citar

Dias, G. H. da S., Fernandes, F. N., Barros, L. Í. X., Veras, E. S. de L., Melo Neto, J. P. de, Campos, M. R. de O., & Lopes, M. A. B. S. (2026). RELAÇÃO DA GENGIVITE DESCAMATIVA COM DOENÇAS AUTOIMUNES: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30383

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