ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE APENDICECTOMIA ABERTA E VIDEOLAPAROSCÓPICA NO RIO DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS

Autores/as

  • Livia Soares Costa Freitas University of Vassouras image/svg+xml
  • Maria Carolina da Silva Gaspar Universidade de Vassouras 
  • Tayane Moura Giovanini Universidade de Vassouras  
  • Maria Vitória Guimarães Martins University of Vassouras image/svg+xml
  • Paola Mattos Faria Universidade de Vassouras  
  • Aline Trovão Queiroz University of Vassouras image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i8.6518

Palabras clave:

cectomia aberta. Apendicectomia videolaparoscópica. Apendicectomia de urgência.

Resumen

A apendicectomia é uma das cirurgias mais realizadas no mundo, pois ocorre, principalmente, em função de um quadro de apendicite aguda. Por ser uma emergência cirúrgica bastante prevalente, é necessário analisar os dados epidemiológicos como internações, custos, mortalidade e média de estadia hospitalar das formas de realização da mesma: aberta ou laparoscópica, sendo esse o objetivo do trabalho, que utilizou dados da plataforma DATASUS para essa análise. Foram realizadas 30.347 apendicectomias no Rio de Janeiro de agosto de 2016 a julho de 2021, sendo 28.672 cirurgias abertas (94,4%), dentre essas 5.843 urgentes e 236 eletivas, e 1.675 videolaparoscópicas (5,6%), sendo 262 em urgência e 69 programadas. O custo médio de internação foi de R$ 653,47 e R$640,72 nessa mesma ordem. A permanência hospitalar foi de 2,6 dias por vídeo e 3,8 dias para aberta. Ocorreram, 100 óbitos (0,35%) para cirurgia aberta e 3 (0,18%) via laparoscopia. Nos últimos 10 anos, o novo padrão mundial traz a videolaparoscopia como tratamento de escolha, entretanto o Rio de Janeiro ainda não segue essa realidade pela precariedade de infraestrutura e treinamento de cirurgiões. Além disso, tal modalidade por ser menos invasiva diminui as complicações e permanência hospitalar, apesar de apresentar maiores custos. A pandemia do COVID-19 não alterou drasticamente as cirurgias de urgência, uma vez que essa abordagem é fundamental no tratamento de apendicite aguda, diferentemente das cirurgias eletivas. Sendo assim, devido aos benefícios trazidos, deve-se buscar ampliar a realização da videolaparoscopia para retirada do apêndice visando o melhor aos pacientes.

738 539

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Livia Soares Costa Freitas, University of Vassouras

    Discente do curso de graduação em Medicina, Universidade de Vassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: livia.soares.freitas@gmail.com

  • Maria Carolina da Silva Gaspar, Universidade de Vassouras 

    Médica pela Universidade de Vassouras. 

  • Tayane Moura Giovanini, Universidade de Vassouras  

    Graduanda pela Universidade de Vassouras. 

  • Maria Vitória Guimarães Martins, University of Vassouras

    Graduanda pela Universidade de Vassouras.

  • Paola Mattos Faria, Universidade de Vassouras  

    Graduanda pela Universidade de Vassouras. 

  • Aline Trovão Queiroz, University of Vassouras

    Medicina pela Universidade Severino Sombra-Vassouras; Residência Médica de Cirurgia Geral- SCMJF- Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora.

Publicado

2022-08-31

Cómo citar

Freitas, L. S. C., Gaspar, M. C. da S., Giovanini, T. M., Martins, M. V. G., Faria, P. M., & Queiroz, A. T. (2022). ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE APENDICECTOMIA ABERTA E VIDEOLAPAROSCÓPICA NO RIO DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS 5 ANOS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(8), 803-813. https://doi.org/10.51891/rease.v8i8.6518

Artículos más leídos del mismo autor/a

1-10 de 27

Artículos similares

1-10 de 50

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.