ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Autores

  • Luísa de Moura Matioli Universidade de Vassouras
  • Letícia Soares Fonseca Universidade de Vassouras
  • Marina Cavalcanti Rodrigues de Aguiar Universidade de Vassouras
  • Maria Eduarda Guedes Peixoto Universidade de Vassouras
  • Julia da Silveira Pacheco Ferraz Universidade de Vassouras
  • Aline Trovão Queiroz Universidade de Vassouras

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i5.5280

Palavras-chave:

Incontinência urinária. Perda involuntária de urina. Tratamento cirúrgico.

Resumo

 A incontinência urinária é definida como qualquer perda involuntária de urina. É um sintoma comum que aparece em várias doenças, afetando todas as faixas etárias e ambos os sexos. O sexo mais afetado é o feminino, por diversos fatores como anatomia do assoalho pélvico, menor cumprimento da uretra e fatores ginecológicos. A prevalência da incontinência urinária aumenta com a idade e devido ao envelhecimento da população esta doença está cada vez mais frequente. O objetivo do presente estudo foi fazer uma análise epidemiológica comparativa entre o tratamento cirúrgico da incontinência urinária por via abdominal e via vaginal do Estado do Rio de Janeiro no período compreendido entre 2015 e 2020. Este estudo é do tipo transversal, observacional e retrospectivo com base em dados secundários e epidemiológicos da plataforma digital do DATASUS- Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) do Ministério da Saúde. Foi encontrado um total de 210 internações para o tratamento cirúrgico da incontinência urinária por via abdominal durante este período e 1043 por via vaginal. A duração média da internação é menor quando realizado a técnica via vaginal em comparação com abdominal sendo respectivamente 3,2 e 3,4 dias. O valor médio encontrado também foi menor na técnica por via vaginal sendo R$452,96 e R$474,31 por via abdominal. Com os resultados obtidos no estudo é possível perceber que a técnica cirúrgica por via vaginal além de ser a mais presente no Rio de Janeiro apresenta vantagens como menor duração da internação e menor valor da mesma.

Biografia do Autor

Luísa de Moura Matioli, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro. E-mail: demouramatioli@gmail.com.

Letícia Soares Fonseca, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro.

Marina Cavalcanti Rodrigues de Aguiar, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro.

Maria Eduarda Guedes Peixoto, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro.

Julia da Silveira Pacheco Ferraz, Universidade de Vassouras

Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro.

Aline Trovão Queiroz, Universidade de Vassouras

Docente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Rio de Janeiro.

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Publicado

31/05/2022

Como Citar

Matioli, L. de M. ., Fonseca, L. S., Aguiar, M. C. R. de ., Peixoto, M. E. G. ., Ferraz, J. da S. P. ., & Queiroz, A. T. . (2022). ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(5), 1022–1032. https://doi.org/10.51891/rease.v8i5.5280

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