INTERRUPCIÓN VERSUS CONTINUACIÓN DE LA TERAPIA CON BETABLOQUEANTES A LARGO PLAZO TRAS INFARTO DE MIOCARDIO: UNA REVISIÓN INTEGRADORA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30357Palabras clave:
Infarto del Miocardio. Antagonistas Adrenérgicos beta. Privación de Tratamiento. Prevención Secundaria.Resumen
Este artigo buscou sintetizar a evidência científica atual sobre a segurança da interrupção da terapia com betabloqueador de longo prazo, em comparação com sua continuação, em pacientes com história de infarto do miocárdio e função ventricular preservada ou levemente reduzida, quanto à mortalidade e aos eventos cardiovasculares maiores. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura segundo as etapas de Whittemore e Knafl, com busca em agosto de 2026 nas bases PubMed, Embase e Cochrane CENTRAL, incluindo ensaios clínicos randomizados e estudos observacionais que compararam a interrupção à continuação do betabloqueador em pacientes com fração de ejeção de ao menos 40% e seguimento mínimo de um ano. Dos 4.752 registros identificados, cinco estudos compuseram a síntese: dois ensaios randomizados e três estudos observacionais. Os estudos observacionais não identificaram aumento de mortalidade nem do desfecho composto, embora análises exploratórias sugerissem possível aumento de eventos isquêmicos no infarto com supradesnivelamento do segmento ST. Entre os ensaios randomizados, os resultados foram divergentes quanto ao desfecho composto, em razão de diferenças metodológicas. Conclui-se que não foi observado aumento consistente da mortalidade, apoiando uma decisão individualizada sobre a duração da terapia.
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