INTELIGÊNCIA PENITENCIÁRIA E O COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

Autores/as

  • Alexsandro Grall dos Reis Universidad Católica de Brasilia image/svg+xml
  • Christian Trindade Recheimback Centro Universitário ETEP
  • Daniel dos Santos Gomes Centro Universitário ETEP
  • Angelica Coutinho Silvano Faculdade Cineciata de Osorio
  • Cláudio Luís do Val São Judas Tadeu
  • Alexsandro Grall dos Reis Universidad Católica de Brasilia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i4.18797

Palabras clave:

Inteligência Policial. Segurança Pública. Sistema Prisional.

Resumen

O presente estudo tem como objetivo estudar os fatores que contribuíram para a criação de instituições de inteligência militar e civil no Brasil e no mundo. Também abordaremos as formas de atuação e os principais mecanismos utilizados por esses órgãos. Por fim, a terceira parte é destinada à inteligência penitenciária no Estado do Rio Grande do Sul, e como o Estado visa frear as áreas de atuação e ampliação das facções criminosas.

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Biografía del autor/a

  • Alexsandro Grall dos Reis, Universidad Católica de Brasilia

    Tecnologia em Processos Gerenciais, Universidade Católica de Brasília.

     

  • Christian Trindade Recheimback, Centro Universitário ETEP

    Ciências Sociais, Centro Universitário ETEP.

  • Daniel dos Santos Gomes, Centro Universitário ETEP

    Ciências sociais, Centro Universitário ETEP.

  • Angelica Coutinho Silvano, Faculdade Cineciata de Osorio

    Direito, Faculdade Cineciata de Osorio/RS. 

  • Cláudio Luís do Val, São Judas Tadeu

    Direito, Bacharel em Direito, São Judas Tadeu/RS. 

  • Alexsandro Grall dos Reis, Universidad Católica de Brasilia

    Tecnologia em Processos Gerenciais, Universidade Católica de Brasília.

Publicado

2025-04-25

Cómo citar

Reis, A. G. dos, Recheimback, C. T., Gomes, D. dos S., Silvano, A. C., Val, C. L. do, & Reis, A. G. dos. (2025). INTELIGÊNCIA PENITENCIÁRIA E O COMBATE AO CRIME ORGANIZADO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 11(4), 3226-3233. https://doi.org/10.51891/rease.v11i4.18797

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