ATENDIMENTO AO PACIENTE INFANTIL COM SÍNDROME DE DOWN NA SAÚDE BUCAL

Autores

  • Pamela Flavia Soares da Silva Universidade Brasil
  • Valéria Cristina Lopes de Barros Rolim Universidade Brasil

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i10.7222

Palavras-chave:

Odontologia Preventiva. Síndrome de Down. Saúde da Criança. Odontologia.

Resumo

A síndrome de Down ou Trissomia do cromossomo 21 é considerada a anomalia cromossômica mais comum em seres humanos que ocorre durante a formação dos gametas ou após a fecundação, onde os indivíduos possuem 47 cromossomos. A saúde bucal e variações da normalidade representam importância de acompanhamento odontológico. Diante disto, este trabalho tem como objetivo revisar na literatura a importância do atendimento infantil em pacientes portadoras da Síndrome de Down e identificar as principais manifestações orais. A fim de atingir os objetivos propostos no presente trabalho, foi realizada uma pesquisa bibliográfica acerca do tema proposto neste trabalho, selecionando artigos científicos indexados nas bases de dados da PubMed e SciELO. De acordo com os autores destacam que as técnicas não farmacológicas, podem e devem ser utilizadas no protocolo de atendimento odontopediátrico de crianças com Síndrome de Down, já outras literaturas descrevem a forma farmacologia como eficaz em alguns casos de resistência onde envolve procedimentos invasivos. Portanto, conclui-se que os cirurgiões-dentistas devem-se integrar à equipe multidisciplinar para que, em conjunto, haja um acompanhamento e tratamento continuo destes pacientes desde a infância.

Biografia do Autor

Pamela Flavia Soares da Silva, Universidade Brasil

Discente em odontologia - Universidade Brasil Fernandópolis.

Valéria Cristina Lopes de Barros Rolim, Universidade Brasil

Docente do curso de Odontologia – Universidade Brasil Fernandópolis.

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Publicado

31/10/2022

Como Citar

Silva, P. F. S. da ., & Rolim, V. C. L. de B. . (2022). ATENDIMENTO AO PACIENTE INFANTIL COM SÍNDROME DE DOWN NA SAÚDE BUCAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(10), 1170–1177. https://doi.org/10.51891/rease.v8i10.7222