ABORDAGEM DE CRIANÇAS AUTISTAS EM ODONTOPEDIATRIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Lucas Duarte Hidalgo Universidade Brasil
  • José Antonio Santos Souza Universidade Brasil

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i5.5563

Palavras-chave:

Transtorno do Espectro Autista. Prevenção. Condicionamento Psicológico. Odontopediatria.

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de saúde caracterizada pelo déficit na socialização e comunicação verbal e não verbal; e comportamental. Sua etiologia está relacionada a fatores genéticos e ambientais. No Brasil, estima-se que, aproximadamente, 600 mil pessoas sejam autistas. O tratamento odontológico em pacientes autistas é considerado desafiador tanto para os pais quanto para os profissionais. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi realizar uma Revisão de Literatura sobre o atendimento odontológico em crianças diagnosticadas com TEA. Uma busca nas Bases de Dados Biblioteca Virtual em Saúde e Google Acadêmico foi realizada a fim de responder a seguinte pergunta: ‘Como deve ser o atendimento odontológico em crianças com Transtorno do Espectro Autista?’. O paciente autista precisa ser assistido por uma equipe multidisciplinar. É importante que haja uma abordagem precoce a fim de estabelecer o contato do autista com o profissional e evitar muitos problemas bucais, uma vez que os pais serão instruídos a cuidar da higiene bucal das crianças. As principais técnicas de abordagem de Odontopediatria podem ser utilizadas, tais como: dizer-mostrar-fazer, distração, dessensibilização, controle de voz, reforço positivo e modelação. Existem alguns métodos específicos para pacientes autistas, que auxiliam o cirurgião-dentista durante o tratamento, são eles: Picture Exchange Communication System (PECS); Applied Behavior Analysis (ABA) e o Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children (TEACCH). Portanto, o profissional precisa conhecer as principais características do paciente autista, orientar os pais/responsáveis e cuidadores quanto à prevenção, técnicas de escovação e dieta; com relação ao atendimento odontopediátrico, pode-se lançar mão de técnicas de condicionamento psicológico não-farmacológico e PECS, ABA ou TEACCH.

Biografia do Autor

Lucas Duarte Hidalgo, Universidade Brasil

Discente do curso de Odontologia - Universidade Brasil campus Fernandopolis. E-mail: hidalgoduarte@hotmail.com.

José Antonio Santos Souza, Universidade Brasil

Cirurgião-dentista, Mestre e Doutor em Ciência Odontológica (Área de Concentração: Saúde Bucal da Criança) pela Faculdade de Odontologia de Araçatuba-UNESP. Especialista em Odontopediatria pela FOA-UNESP. Instituição: Universidade Brasil - Campus Fernandópolis, Brasil. E- mail: jose.ssouza@universidadebrasil.edu.br.

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Publicado

31/05/2022

Como Citar

Hidalgo, L. D. ., & Souza, J. A. S. . (2022). ABORDAGEM DE CRIANÇAS AUTISTAS EM ODONTOPEDIATRIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(5), 1462–1469. https://doi.org/10.51891/rease.v8i5.5563

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