A IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NO PARTO NORMAL HUMANIZADO

Autores

  • Marília Rodrigues Locatelli Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu
  • Sirlei Ramos Região de Fronteiras- Unioeste
  • Fernanda Aparecida Alarcon

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i4.5059

Palavras-chave:

Enfermagem. Humanização da assistência. Parto normal.

Resumo

O parto se trata de um evento singular, por isso, a valorização a respeito das vivências de cada mulher-mãe são fundamentais à humanização do processo parir/nascer - período que compreende o início do trabalho de parto e nascimento. Dessa forma, o presente artigo tem por objetivo identificar e sintetizar na literatura a importância da enfermagem na assistência ao parto normal humanizado. A metodologia utilizada foi uma pesquisa bibliográfica de abordagem descritiva e exploratória. Por meio dos resultados observou-se as técnicas adotadas pelos profissionais de enfermagem na humanização do parto. Foi possível concluir que a enfermagem dentro do processo de humanização na obstetrícia, como  um  todo,  colabora de forma significativa para o parto  e nascimento e ainda propicia maior qualidade e conforto  para  mulheres. Porém, é importante se preocupar também na melhoria da qualidade desse serviço prestado, o que leva às condições de trabalho prestadas pelas unidades e ao comprometimento da equipe em fortalecer e realizar este processo de maneira eficaz e permanente.

Biografia do Autor

Marília Rodrigues Locatelli, Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu

Graduanda em enfermagem pelo Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu- CESUFOZ. E-mail: mary_locatelly@hotmail.com.

Sirlei Ramos, Região de Fronteiras- Unioeste

Enfermeira. Mestre em saúde pública pela Região de Fronteiras — Unioeste.

Fernanda Aparecida Alarcon

Especialista em Anatomia, Histologia e Enfermagem em dermatologia. Graduação em Enfermeira. 

 

 

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Publicado

30/04/2022

Como Citar

Locatelli, M. R. ., Ramos, S. ., & Alarcon, F. A. . (2022). A IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NO PARTO NORMAL HUMANIZADO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(4), 359–374. https://doi.org/10.51891/rease.v8i4.5059